Desenrola Brasil: veja quais são os documentos exigidos pelo banco para renegociação

Os brasileiros que estão com débitos pendentes em seu nome conseguirão a chance de finalmente fazer um acordo vantajoso com o banco. Tudo porque, desde a última segunda-feira (17) está funcionando no país o Desenrola Brasil, programa do governo federal cujo objetivo é incentivar negociação de dívidas.

Desenrola Brasil: veja quais são os documentos exigidos pelo banco para renegociação
Desenrola Brasil: veja quais são os documentos exigidos pelo banco para renegociação (Imagem: FDR)

O Desenrola Brasil foi anunciado pelo Ministério da Fazenda em junho deste ano, desde então os trâmites para colocar o programa em funcionamento estão sendo feitos. Inicialmente a expectativa era de que as negociações começassem em setembro, e neste mês de julho os bancos e credores fizessem a sua inscrição para participar do programa. O governo escolheria aqueles com as melhores condições. 

Mas as regras foram alteradas. Em julho poderão iniciar a negociação aqueles que têm dívidas apenas com os bancos, isso significa que os débitos pendentes em companhias de energia elétrica ou lojas, por exemplo, não serão negociados. Neste primeiro momento também é válido para clientes com renda de até R$ 20 mil por mês, e para dívidas contraídas até 31 de dezembro de 2022.

A expectativa é de que em setembro uma nova fase do Desenrola Brasil deva começar. Será quando brasileiros que ganham até 2 salários mínimos ou estão inscritos no Cadastro Único finalmente poderão negociar seus débitos, desde que eles sejam de no máximo R$ 5 mil. Para essas pessoas devem haver condições ainda mais vantajosas.

Quais documentos necessários para negociar dívidas no Desenrola Brasil?

Alterando as regras que inicialmente haviam sido anunciadas, o governo federal não vai escolher os bancos com as melhores condições para participar do Desenrola Brasil. São as instituições bancárias que devem optar ou não pela participação no programa.

Quem concordar com a medida terá que retirar o CPF dos clientes que devem até R$ 100 dos órgãos de proteção ao crédito. A dívida continua ativa, mas não pode “sujar” o nome do cidadão. Com isso, mais de 2 milhões de pessoas serão beneficiadas ao ter seu CPF limpo novamente.

Em contrapartida, os bancos receberão incentivos tributários, isso significa que pagarão menos impostos e automaticamente conseguirão economizar. Os clientes que pretendem iniciar as negociações devem:

Lila Cunha
Autora é jornalista e atua na profissão desde 2013. Apaixonada pela área de comunicação e do universo audiovisual. Suas redes sociais são: @liilacunhaa, e-mail: lilacunha.fdr@gmail.com
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