Reajuste do salário mínimo gera aumento de R$ 18 bi no bolso dos trabalhadores

O governo federal vem aplicando medidas que influenciam diretamente na vida daqueles brasileiros que exercem a sua profissão com a carteira de trabalho assinada, ou em regime CLT. Entre as mudanças, o salário mínimo foi o que mais alegrou aos brasileiros. Veja como este reajuste impactou a vida dos trabalhadores.

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Reajuste do salário mínimo gera aumento de R$ 18 bi no bolso dos trabalhadores (Imagem: FDR)

O salário mínimo impacta milhões de brasileiros que exercem a sua profissão em regime CLT. O governo federal vem aplicando reajustes em alguns pontos e o reajuste no piso salarial apareceu como uma das principais mudanças. Só este ano, o governo federal fará o segundo reajuste no valor do salário mínimo. 

O primeiro reajuste veio quando o Presidente Lula aplicou um aumento no valor do mínimo, elevando-o para R$1.302. Porém, um segundo aumento já havia sido anunciado para o dia 1º de maio, Dia do Trabalhador. Desta forma, o povo ficou ainda mais contente ao saber que o mínimo será reajustado para R$1.320. 

O reajuste segue uma série de ações focadas para as pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade social e econômica, como o aumento do valor base do programa social Bolsa Família, que chegou aos R$600, além de pagamentos extras que foram disponibilizados, e também o aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda.

Apesar disto, o governo também precisa se preocupar com os seus gastos. Todo aumento feito pelo Executivo tem consequências financeiras severas. Em 12 meses, a cada real que é somado ao salário mínimo, traz um impacto de R$366,4 milhões aos cofres públicos da união.

O que o salário mínimo vai impactar no futuro?

Como havíamos dito anteriormente, os gastos aplicados em prol da população também condizem com gastos internos e diminuição da verba orçamentária utilizada pelo governo e seus ministérios para planos de ação. Somente neste ano e no ano que vem, em 2024, os gastos com o salário mínimo chegam à R$18 bilhões. 

Por isso, o governo federal, principalmente o Ministério da Fazenda, vem buscando novas fontes de arrecadação para que haja um maior equilíbrio nas contas públicas e uma gestão saudável do dinheiro público. Estas medidas podem ser vistas nos casos envolvendo empresas chinesas como Shein, Shopee e Aliexpress. 

Flávio Costa
Estudante de jornalismo, já atuou na área de assessoria política ao compor o time de comunicação da atual governadora do estado, durante sua campanha eleitoral. Anteriormente, cursou 2 anos no curso de relações internacionais, podendo ampliar sua visão no aspecto macro e micro do cenário nacional e internacional. Fluente em inglês, já atuou como professor de idiomas e também de matemática. Por fim, trabalhou ainda como analista de operações pelo grupo Amazon. Atualmente, dedica-se a universidade e ao portal FDR. Suas redes sociais são @flavioarcosta e flavioarcosta@gmail.com.
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