Aplicativos de compras são acusados de ROUBAR seus clientes após pronunciamento do Governo

Os aplicativos de compras online, principalmente de lojas internacionais, poderão ser taxados pelas transações entre pessoas físicas. A informação, no entanto, gerou uma repercussão muita grande na internet, e entre consumidores que têm como preferência essas plataformas de vendas. Diante da situação, a Secretaria de Comunicação Social (Secom) resolveu se pronunciar.

Aplicativos de compras são acusados de ROUBAR seus clientes após pronunciamento do Governo
Aplicativos de compras são acusados de ROUBAR seus clientes após pronunciamento do Governo (Imagem: FDR)

A Secom tem se mobilizado para deixar a mensagem sobre a taxação de compras internacionais o mais claro possível para os consumidores. As informações sobre as aquisições em aplicativos de compras, principalmente os favoritos como Shein e Shopee, ainda estão muito confusas. Diante disso, uma série de fake news estão se espalhando, como a de que os tributos já começaram a valer, o que é mentira.

A proposta do governo federal é de que as transações entre pessoas físicas usando esses aplicativos e que antes eram isentas de cobrança, passem a ser taxadas. O processo será válido para transações comerciais de até US$ 50 (R$ 250) que antes não tinham a tributação. Para o governo, empresas estavam usando desse benefício de forma irregular para não pagar impostos.

Se, com base nele [isenção tributária], empresas estiverem fracionando as compras, e se fazendo passar por pessoas físicas, estão agindo ilegalmente“, pondera o Ministério da Fazenda. O Secom, inclusive, deve contar com a ajuda de influenciadores digitais para impedir que as transações feitas nesses aplicativos de compras sejam alvo de mentiras.

O que vai mudar nos aplicativos de compras?

Inicialmente, o governo federal destacava que o fim da isenção de tributos valeria apenas para transações nos aplicativos de compras feitas por pessoas físicas, logo não atingiria o que fosse adquirido em plataformas como a Shein.

No entanto, o ministério da Fazenda não descarta que existe sim a possibilidade de que isso aconteça e as compras feitas nesses portais também fiquem mais caras.

Com as alterações anunciadas, não haverá qualquer mudança para quem, atualmente, compra e vende legalmente pela internet. As mudanças vão beneficiar o consumidor que vai receber suas compras on-line mais rápido, com mais segurança e qualidade“, disse o comunicado oficial do governo federal.

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva tem sido bastante criticado por conta dessa medida. É importante dizer, no entanto, que essa tributação ainda não começou a valer. Isso significa que todas as compras feitas antes de uma resolução que estabelece os tributos, não devem ter cobranças a mais.

Lila Cunha
Autora é jornalista e atua na profissão desde 2013. Apaixonada pela área de comunicação e do universo audiovisual. Suas redes sociais são: @liilacunhaa, e-mail: lilacunha.fdr@gmail.com
Sair da versão mobile