Desde a época do governo de Jair Bolsonaro (PL) as filas extensas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) já eram um problema. Para tentar uma solução, a equipe do governo passou a contratar militares inativos para que atuassem na Previdência Social, a fim de agilizar as análises de 1,3 milhões de pedidos. Essa ação, no entanto, foi entendida como inconstitucional.
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