Camilo Santana FEZ ESSAS PROMESSAS ao assumir o MEC

Posse do novo Ministro da Educação aconteceu na última segunda-feira e não contou com a presença de seu antecessor. O novo representante do MEC fez algumas promessas para a educação brasileira durante a sua fala. Confira quais foram elas.

Camilo Santana FEZ ESSAS PROMESSAS ao assumir o MEC
Camilo Santana FEZ ESSAS PROMESSAS ao assumir o MEC (Imagem: FDR)

Um dia após a posse de Lula como Presidente do Brasil, seus ministros começaram a assumir seus postos de trabalho. Camilo Santana, nome escolhido para o MEC, foi um deles e fez um discurso carregado de promessas de governo.

Sem a presença de seu antecessor, Victor Godoy, Santana recebeu o “pin” de Ministro da Educação das mãos de representantes da Ubes (União Brasileira de Estudantes Secundaristas) e da Une (União Nacional dos Estudantes).

Promessas da nova gestão do MEC

Confira abaixo as promessas feitas pelo ministro durante o seu discurso:

  • Aumentar o número de escolas em tempo integral;
  • Estudo para retomada de todas as obras de creche e escolas;
  • Fortalecimento da autonomia das universidades;
  • Mais investimentos em ciência e tecnologia;
  • Melhorar orçamento
  • Plano de retomada do Fies e Prouni;
  • Plano para recuperar a qualidade da merenda;
  • Priorizar a alfabetização na idade certa;
  • Recuperar a credibilidade do Enem (exame tem apresentado redução no número de participantes e, supostamente, foi alvo de tentativas de interferências).

Ao encerrar o seu discurso, Camilo Santana citou Paulo Freire, que é considerado o patrono da educação brasileira e teve sua obra como alvo de questionamentos durante a gestão de Bolsonaro e um de seus ministros da educação Abraham Weintraub.

“Encerro com uma frase de Paulo Freire, que inspirou tanta e tantos educadores nesse país: “ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho, os homens se libertam em comunhão”. Muito obrigado e vamos ao trabalho”, finalizou Santana.

Educação é desafio para Governo Lula

Um dos pontos mais desafiadores da gestão de Lula é a educação, isso porque o MEC é alvo de investigação por corrupção durante a gestão de Milton Ribeiro, penúltimo ministro da educação de Bolsonaro. O INEP, órgão ligado ao MEC, também deve precisar da atenção do novo ministro.

Além disso, a educação brasileira tenta se recuperar dos prejuízos causados pela pandemia.

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Jamille NovaesJamille Novaes
Baiana, formada em Letras Vernáculas pela UESB, pós-graduada em Gestão da Educação pela Uninassau. Apaixonada por produção textual, já trabalhou como corretora de redação, professora de língua portuguesa e literatura. Atualmente se dedica ao FDR e a sua segunda graduação.