País tem queda na geração de EMPREGO

Dados do Caged apontam para um número de vagas de emprego geradas abaixo do esperado. Mês de novembro apresentou o segundo menor número de empregos formais do ano; por outro lado, Brasil ainda apresenta saldo positivo no acumulado anual.

País tem queda na geração de EMPREGO
País tem queda na geração de EMPREGO(Imagem: Montagem/FDR)

Ministério da Economia divulgou na última quarta-feira, 28, os dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O cadastro é um registro permanente de admissões e dispensa de empregados, sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), ou seja, apresenta dados sobre a geração de emprego no país.

Os dados são usados para no Programa de Seguro-Desemprego, para a concessão de benefícios, além de elaboração de programas e em pesquisas.

País registra queda na geração de emprego

Segundo os dados divulgado, em novembro o Brasil registrou 135.495 novos postos de trabalho; com esse número o país registou uma acumulado de 2.466.377 postos em todo esse ano de 2022.

O número de vagas formais abertas ficou abaixo dos 143 mil postos de trabalho. Além disso, esse é o segundo pior desempenho registrado nesse ano e o pior desde novembro de 2021, quando foram criadas 313.773 novas vagas de emprego.

Outro ponto levantado pelo Caged é quanto a remuneração, de acordo com a pesquisa o salário médio mensal reduziu em R$ 20,46, passando para ficou em R$ 1.919 no mês de novembro.

Apesar dos dados, alguns especialistas afirmam que o Caged continua positivo, mesmo com a queda na geração de emprego apontada nos últimos meses.

“Apesar de estar gerando menos emprego em relação aos últimos meses, o Caged ainda continua no saldo positivo. A redução no ritmo de contratação, aliado ao fator da redução da média salarial, são fatores que indicam uma redução na recuperação do mercado de trabalho, fruto da desaceleração da atividade econômica”, afirma Rodolpho Tobler, economista e pesquisador da FGV/IBRE.

Vale lembrar que essa pesquisa considera apenas os empregos formais, ou seja, com carteira assinada.

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Jamille Novaes
Baiana, formada em Letras Vernáculas pela UESB, pós-graduada em Gestão da Educação pela Uninassau. Apaixonada por produção textual, já trabalhou como corretora de redação, professora de língua portuguesa e literatura. Atualmente se dedica ao FDR e a sua segunda graduação.