Nos últimos anos, o Banco24Horas vem aumentando a presença nas favelas do país. Atualmente, 257 comunidades possuem 894 caixas eletrônicos da empresa. A pesquisa foi encomendada, ao Instituto Locomotiva, pelo Banco24Horas.
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Por meio dos caixas eletrônicos, os moradores das favelas do Brasil podem ter acesso a 90 soluções. Entre elas, estão os saques, depósito de valores, consultas de saldo, extratos, pagamentos, recarga de celular e TV, e empréstimos.
Entre os mais de 24 mil caixas eletrônicos da marca instalados no país, 62% estão em regiões de residência das classes C, D e E.
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Dentro das favelas, a média de transações mensal é aproximadamente 25% acima do que nas demais regiões.
Em 2022, 93 favelas passaram a ter os serviços do Banco24Horas. Entre as localidades beneficiadas, estão Rio Piraquê, no Rio de Janeiro, Novo Reino II, em Manaus (AM), Sol Nascente, em Brasília (DF), e Vale das Pedrinhas, em Salvador (BA).
Segundo o Gerente Executivo do Banco24Horas, Marcos Mazzi, a presença da instituição nestas comunidades “contribui para a inclusão financeira e apoia os empreendedores locais”.
Ele explica que “as máquinas mobilizam o fluxo de pessoas e ampliam a frequência dos clientes, contribuindo para o crescimento das vendas e da receita”.
Valores movimentados nas favelas por meio de caixas eletrônicos
Apenas neste ano, houve a movimentação de mais de R$ 10,1 bilhões nos caixas eletrônicos presentes nas favelas.
Em 2019, existiam pouco mais de 600 caixas eletrônicos nas favelas. Em comparação ao número atual, houve um aumento de 48% nos equipamentos. Isso representa um crescimento de 27% de transações durante toda a expansão.
O Gerente Executivo do Banco24Horas afirma que “há, portanto, uma grande demanda nas comunidades, que são verdadeiras potências”.
A maioria dos brasileiros utiliza dinheiro físico
A pesquisa encomendada pelo Banco24Horas mostra uma grande presença do dinheiro físico e dos caixas eletrônicos no dia a dia dos brasileiros. De todos os entrevistados, 63% usam dinheiro.
A pesquisa também revela que o dinheiro é o principal meio de pagamento de um terço das classes D e E.
Conforme o levantamento, metade dos brasileiros afirma guardar dinheiro físico em casa.
As grandes motivações para utilizar o dinheiro são a exclusiva aceitação do meio de pagamento no estabelecimento (20%), obtenção de descontos (15%), segurança de sair somente com o dinheiro necessário (11%) e como meio de controle de gastos (9%).