Com nova CRISE rondando, até a Apple já está tomando algumas medidas; o que esperar?

Nesta segunda, 18, a gigante da tecnologia Apple, anunciou que deve fazer uma pausa nas contratações e reduzir os orçamentos de alguns setores da empresa no próximo ano, por conta do grande risco de recessão econômica.

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Esta informação surpreendeu o mercado, já que a Apple é uma das mais importantes empresas do mundo, com um valor de mercado de cerca de US$2,3 trilhões e geralmente sempre está aumentando seus quadro de empregados e os investimentos em tecnologia e desenvolvimento de novos produtos e serviços. No último ano, a Apple fechou com cerca de 154 mil funcionários contratados. 

Mesmo diante de um cenário macroeconômico complicado, a Apple vem planejando novos lançamentos para o ano que vem, como um headset (fone de ouvido com microfone) de realidade mista. 

A Apple, dentre as empresas de tecnologia listadas na Bolsa de Valores americana, consegue se destacar pela sua experiência, resiliência e por possuir um público consumidor muito fidelizado, que não abre mão dos produtos e serviços oferecidos por ela.

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Por conta dessa possível recessão mundial, a empresa indica que deverá adotar uma posição de cautela no curto prazo, no entanto não existem indícios de que acontecerão alterações consideráveis em seu modelo de negócios, que permanece dando lucro e com grande potencial a ser explorado. 

Porém, quando empresas deste porte comunicam cortes em investimentos e uma pausa nas contratações , é uma sinalização de atenção para o mercado no curto prazo. Isto revela que os empresários e analistas estão alinhados na idéia de que a desaceleração da atividade econômica é quase inevitável.

Serviços da Apple devem faturar bilhões

O Apple Music, segundo maior serviço de streaming de música do mundo, perdendo apenas para o Spotify, veio crescendo desde que foi lançado em 2015. Atualmente o serviço possui milhões de usuários ao redor do mundo. Uma análise realizada pelo serviço de finanças JP Morgan, mostrou que graças ao Apple Music e ao Arcade, a receita da Apple deve crescer 36%, trazendo US$ 8,2 bilhões até 2025 para a companhia.

De acordo com a análise, é estimado que daqui a três anos a base de assinantes combinados entre os dois serviços chegue a 180 milhões, sendo 110 milhões para o Music e outros 70 milhões para o Arcade.

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Paulo Amorim
Paulo Henrique Oliveira é formado em Jornalismo pela Universidade Mogi das Cruzes e em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante de São Paulo. Atua como redator do portal FDR, onde já cumula vasta experiência e pesquisas, produzindo matérias sobre economia, finanças e investimentos.