Influencer mostra fatura de cartão de R$ 377 mil e revolta internautas

A influenciadora digital Gabi Brandt recebeu diversas críticas no início desta semana, após mostrar para seus seguidores e fingir desespero em seu perfil no Instagram, a fatura de seu cartão de crédito no valor de mais de R$300 mil reais. Este é mais um caso de subcelebridades que gostam de exibir seus gastos exorbitantes enquanto fingem não saber como pagar.

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Gabi tentou se explicar no seu Instagram na quarta, 6, e disse que “não gasta isso todo mês” e afirmou que, na verdade, a fatura do cartão veio alta pois ela viajou e comprou todas as passagens em seu cartão “das babás, de todo mundo”. Ela disse ainda que algumas pessoas que estavam junto com ela, utilizaram o seu cartão para efetuar compras. “Não vou pagar tudo, mas não vou negar que gastei bastante!”.

“Nas outras viagens que a gente fez eu cheguei a comentar que o cartão do pessoal não estava funcionando fora do Brasil, o meu era o único que estava. Então tudo o que a gente gastou foi no meu cartão. Tanto hotel, coisas nas lojas. Não só pra mim, como pra outras pessoas. Está tudo bem. Também não fui eu que paguei a fatura inteira. Ninguém gastou no meu cartão e largou para eu pagar tudo”, disse.

Na sequência, ela afirmou que  aparecer em um vídeo dizendo que não tinha dinheiro para pagar tudo era “meme”. Isto é óbvio, já que ninguém acreditou que ela realmente não teria condições de pagar não é? 

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Muitos podem comentar que o dinheiro é dela e ela pode gastar como puder. Isto é verdade, porém, em um país que recentemente voltou para o mapa da fome da ONU se uma ofensa. Enquanto ela e outros 10% da população mais rica do país gastam fortunas em viagens, bolsas, roupas, entre outras coisas, a grande maioria da população não sabe se irá ter condições de comprar a próxima refeição.

A influenciadora não pediu desculpas pela postagem, já que acredita que tudo foi uma brincadeira. No entanto, para muitas pessoas isto pode ser encarado como desrespeito. “Tem gente que fala, nossa, em um país com tanta desigualdade, mostrar isso. Gente, eu ajudo muita gente. Muita gente mesmo”, alegou Gabi. 

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Acontece que ajudar é o “mínimo” é quase obrigação para quem tem tanto, mas isso só ameniza minimamente um problema enorme. 

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Paulo Amorim
Paulo Henrique Oliveira é formado em Jornalismo pela Universidade Mogi das Cruzes e em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante de São Paulo. Atua como redator do portal FDR, onde já cumula vasta experiência e pesquisas, produzindo matérias sobre economia, finanças e investimentos.