Seguro de vida podem ser contratados por menos de R$ 7; descubra se vale a pena

Pontos-chave
  • Seguros de vida vem crescendo desde início da pandemia
  • Mensalidades partem de R$6,88
  • O valor pode ser empregado para pagar gastos funerários, inventário, entre outros

Dentro do universo de seguros existentes no mercado, o seguro de vida está ganhando cada vez mais adeptos ao longo dos últimos anos, especialmente por conta da pandemia do coronavírus. Entre os anos de 2019 e 2020 foi registrada uma alta de 11,3% nos prêmios, que são os valores pagos pelos segurados às seguradoras. Já entre 2020 e 2021, o crescimento foi mais expressivo de 17,5%, de acordo com dados da Susep. Saiba mais sobre seguro de vida.

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Mesmo que uma boa parte das situações que levam uma pessoa a assinar um seguro de vida não sejam muito boas, existem também outras razões que levam a esta contratação. 

Mas o que é certo é que o serviço possui muitas características que geralmente não são conhecidas pelas pessoas. É oferecido um grande leque de coberturas como para morte, invalidez, acidentes pessoais, doenças graves, e mais.

Oa valores também variam de acordo com as características do contratante. Uma pessoa com 20 anos, por exemplo, consegue contratar um seguro de vida através da internet pagando a partir de R$ 6,88 ao mês. No entanto, existem contratos com valores mais altos também, variando entre R$ 700 e R$ 10 mil por mês, por exemplo.

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Os pecos são definidos de acordo com quem está contratando, sua idade, estado de saúde, histórico de doenças, renda, tipo de cobertura contratada, entre outras características.

Seguro de vida 

Todo tipo de seguro de vida é guiado por uma lógica padrão: o contratante adere ao serviço e paga por ele durante um período para obter uma indenização, se algo não planejado acontecer. É a mesma lógica seguida pelos seguros de carro, de casa, entre outros.

No seguro de vida, o titular, que é o contratante da apólice, paga por mês ou anualmente pelo serviço para ter direito a receber um montante em dinheiro caso um sinistro aconteça, isto é, quando um acontecimento previsto no contrato, como morte ocorre, a seguradora efetua o pagamento da indenização. 

“O seguro de vida existe basicamente para garantir segurança financeira para quem contrata. Não é uma ferramenta de enriquecimento, mas uma proteção para um momento não previsto.”, disse ao InfoMoney Lenara Guadagnin Londero, Gerente de Produto da Youse.

Este tipo de seguro é muito associado à morte, uma vez que esta é a cobertura mais popular entre as pessoas. Quando acontece a morte do segundo, a família recebe um montante em dinheiro para ajudá-los financeiramente a retomar a rotina. O valor pode ser empregado para pagar gastos funerários, inventário, e outros gastos, uma vez que na maioria dos casos o segurado garantia a renda principal daquela família.

“O seguro de vida traz parte do conforto às pessoas e às famílias caso um eventual provedor financeiro venha a faltar, mas a ferramenta não está atrelada exclusivamente a essas situações justamente por contemplar coberturas e assistências a serem utilizadas também durante os imprevistos da vida. Além disso, esse produto oferece desconto em medicamentos, orientação nutricional e opinião médica, por exemplo”, explicou ao InfoMoney David Beatham, diretor executivo de Vida da Allianz Seguros.

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Como funciona o seguro de vida 

De forma geral, existem quatro espécies de seguro de vida:

  • Individual: cobre o titular que o contratou
  • Familiar: Cobre a família, normalmente o cônjuge e filhos)
  • Coletivo: aquele que é contratado por empresas para seus funcionários)
  • Resgatável: Permite que uma parte do prêmio total pago seja resgatado após um prazo de carência

Contratação

O seguro de vida possui três agentes envolvidos na contratação: 

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  • Seguradora: disponibiliza o serviço e assume o risco
  • Segurado: que é aquele que contrata o serviço e recebe a indenização 
  • Intermediador: geralmente é o consultor ou corretor de seguros, no entanto a contratação pode ser feita diretamente no próprio site ou aplicativo da seguradora

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Paulo Amorim
Paulo Henrique Oliveira é formado em Jornalismo pela Universidade Mogi das Cruzes e em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante de São Paulo. Atua como redator do portal FDR, onde já cumula vasta experiência e pesquisas, produzindo matérias sobre economia, finanças e investimentos.