Seguro de vida vale a pena? Quem deve fazer? Quanto custa?

Pontos-chave
  • Os pagamentos do seguro de vida ocorrem em caso de morte natural ou acidental;
  • Os interessados precisam considerar alguns fatores antes da contratação;
  • Os preços do seguro de vida variam conforme a situação atual do contratante.

Em situações de maiores incertezas sobre o futuro, muitos passam a buscar mais informações sobre o seguro de vida. Durante o período de pandemia, houve aumento na procura por este serviço. Apesar de ganhar a atenção recentemente, ainda existe a dúvida se o seguro de vida vale a pena.

Seguro de vida vale a pena? Quem deve fazer? Quanto custa?
Seguro de vida vale a pena? Quem deve fazer? Quanto custa? (Imagem: Montagem/FDR)

O seguro de vida é um contrato em que a seguradora se compromete a pagar um valor, a apólice de seguro (reembolso do seguro de vida), aos beneficiários do segurado. Esses pagamentos acontecem na hipótese de o cidadão falecer de morte acidental ou natural.

Por sua vez, os beneficiários, são decididos pelo contratante do seguro de vida. Ainda existem outros benefícios nas hipóteses de:

  • Morte acidental;
  • Morte natural;
  • Assistência funeral;
  • Internação hospitalar;
  • Doenças graves.

Também existem seguro que são ainda mais completos. Estes oferecem, até mesmo, quitação despesas educacionais e de dívidas.

Sendo assim, o seguro de vida é uma forma de assegurar que os dependentes do contratante fiquem amparados, realizem as necessárias compras para manter o padrão — até que tenham condições de organizar suas respectivas vidas.

No mercado, existem variados tipos de seguros, conforme as necessidades das pessoas. Diante disso, os interessados precisam decidir com calma pela melhor opção. Neste sentido, é importante se atentar a todas as clausulas do contrato, de modo a selecionar a melhor opção.

Seguro de vida vale a pena? Quem deve fazer?

Segundo especialistas consultados pelo UOL, é importante contar com um seguro de vida. No entanto, o interessado precisa se atentar aos custos, coberturas e, especialmente, as características familiares.

A professora de finanças da Faap, Virginia Prestes, afirma que, apesar de muitos pensarem que seguro é dinheiro jogado fora, essa organização também precisa integrar o planejamento financeiro.

De acordo com a especialista, o seguro é uma boa opção de proteção para todos. Esse serviço também pode ser considerado para os mais jovens, se estes tiverem algum dependente financeiro — seja um pai, filho, ou avô, por exemplo.

Prestes afirma que, caso o interessado possua algum dependente financeiro, a pessoa certamente necessita de um seguro de vida.

Contudo, ainda mesmo se a pessoa não tiver, normalmente, o seguro de vida vem com um seguro de doenças graves ou de incapacidade. Isso porque ninguém está livre de sofrer algum acidente ou ter algo que o impeça de exercer sua profissão.

O seguro de vida é uma forma de amparar dependentes em caso de imprevistos
O seguro de vida é uma forma de amparar dependentes em caso de imprevistos (Imagem: Montagem/FDR)

Conforme a presidente da Comissão de Produtos de Risco da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), Ana Flávia Ferraz, o interessado precisa compreender em qual momento da vida se encaixa o melhor custo benefício.

Por exemplo, se existem muitos dependentes, o preço da apólice deveria ser maior, entre outras possibilidades.

Sobre os produtos de seguros de vida, a executiva declara que existem diversas possibilidades. Diante disso, quem procura um desses seguros, precisa associar ao seu momento, a sua fase de vida, aquele que oferece o melhor custo benefício.

Ferraz considera ser interessante, no longo prazo, avaliar quais coberturas, preços — entre outros quesitos —, podem se adaptar às necessidades de vida do interessado.

Quanto custa um seguro de vida?

O custo de um seguro de vida varia conforme cada seguradora. Para descobrir quanto custa algum seguro, é necessário compreender que o que estabelece o preço do seguro de vida é a avaliação realizada pela seguradora para encontrar os riscos de sinistro (falecimento, invalidez ou doença) de cada contratante.

Sendo assim, o custo de um seguro de vida de uma pessoa saudável será mais barato em relação ao de alguém na mesma idade, mas que não pratica exercícios e fuma, por exemplo.

Cabe ressaltar que esse foi somente um exemplo de avaliação de perfil de contratantes com diferentes hábitos de vida. Desse modo, para estabelecer o custo da apólice, a seguradora realiza um conjunto de variáveis e informações sobre o cidadão.

Algumas companhias de seguro disponibilizam simuladores online de seguros para o interessado pedir a cotação — e descobrir o preço médio do seguro de vida para o respectivo perfil.

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Silvio Souza
Silvio Suehiro Souza é formado em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC). Desde 2019 dedica-se à redação do portal FDR, onde tem acumulado experiência e vasto conhecimento na área ligada a economia, finanças e investimentos. Além disso, Silvio produz análises sobre produtos e serviços financeiros, sempre prezando pela imparcialidade e informações confiáveis.