Celular roubado? Confira o que fazer para não realizarem pix com o aparelho

Prática de roubo de celulares para realização de transferências bancárias tem aumentado cada vez mais. Confira o que fazer para não realizarem pix com seu aparelho.

Com pouco mais de um ano de um ano funcionando, o pix tem sido um dos métodos de transferências bancárias mais utilizados e preferidos dos usuários, entretanto a ferramenta de pagamento instantâneo do Banco Central vem sendo amplamente utilizada também por criminosos.

Desde o lançamento do Pix, o BC tem tomado medidas para aumentar a segurança dos usuários. Em abril de 2021, o limite do pix passou a poder ser controlado, outra medida do banco foi o limite no valor de transferências que passou a ser de até R$ 1 mil, entre às 20h e 6h, horários em que ocorriam as atividades criminosas.

Entenda a prática dos criminosos

Nos últimos tempos, crimes relacionados ao roubo de celulares e pix tem se popularizado em São Paulo, principalmente em áreas consideradas nobres. Os criminosos, após os roubos e furtos, correm contra o tempo para transferir altos valores das contas bancárias das vítimas antes que as mesmas realizem os bloqueios.

A quadrilha conta ainda com especialistas que ficam responsáveis por destravar os aparelhos e invadir as contas. Segundo o delegado assistente da 2° Delegacia do Patrimônio em São Paulo, Anderson Honorato, a prática tem se tornado um “negócio da moda” e alerta para que estejamos atentos às medidas que precisam ser tomadas para evitar um prejuízo ainda maior que a perda de um celular. 

O que fazer para evitar ser vítima da nova prática criminosa

Ao ter o aparelho celular roubado, o indicado é que a vítima realize de maneira imediata o acionamento do banco para solicitar o bloqueio do aplicativo e de transferências. Outros aplicativos que possam ter informações sensíveis, como e-mail, devem ter a senha alterada rapidamente.

Para evitar outros tipos de golpes também frequentes, como os feitos pelo WhatsApp em que os criminosos entram em contato com pessoas se passando pelo dono do número pedindo dinheiro, a vítima precisa o mais rápido possível entrar em contato com a operadora para bloquear a linha. 

Algumas operadoras solicitam informações como número do boletim de ocorrência e do IMEI (International Mobile Equipment Identity), número de identificação do aparelho. 

 

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Hannah Aragão
Hannah Aragão é graduanda em jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco, a UFPE. Atuou em diversas áreas da comunicação, passando por assessoria, endo marketing, comunicação estratégica e jornalismo impresso. Atualmente, se dedica ao jornalismo online na produção de matérias para o portal FDR.