Lego e Epic Games vão criar metaverso; saiba mais

Nesta segunda, 11, a Epic Games anunciou a captação de US$ 2 bilhões para investimentos no metaverso, juntamente com a Lego Group e a Sony Group. Cada uma das empresas teria investido US$ 1 bilhão na criadora de “Fortnite”, em uma rodada de investimentos que deixou a Epic Games avaliada em US$ 31,5 bilhões, de acordo com a Reuters.

A empresa por trás do Lego Group, a Kirkbi, já tinha noticiado na semana passada sua parceria com a Epic Games, que engloba a elaboração de um metaverso no formato lego para as crianças.

As duas empresas agora se juntam à Sony para dar mais um passo em direção ao universo virtual que será baseado em blocos, mesmo que ainda não se saiba se serão somente os blocos de lego ou os do blockchain também, como é feito em outras plataformas. Atualmente, The Sandbox e Decentraland são os grandes exemplos de metaversos baseados em blockchain.

Mesmo que ainda não tenham sido divulgados detalhes, nem uma possível data de lançamento de seu metaverso, a Epic Games e a Kirkbi determinaram três princípios que irão obedecer na criação do universo de lego para assegurar uma experiência adequada para as crianças:

  • Segurança e bem estar das crianças é a prioridade
  • Vão garantir a privacidade das crianças
  • Vão equipar as crianças e os adultos responsáveis com ferramentas que lhes dêem controle sobre sua experiência digital

“O LEGO Group cativou a imaginação de crianças e adultos por meio de brincadeiras criativas por quase um século, e estamos empolgados em nos unir para construir um espaço no metaverso que seja divertido, divertido e feito para crianças e famílias”, afirmou  Tim Sweeney, o CEO e fundador da Epic Games através de um comunicado de imprensa enviado ao Yahoo Finance.

Existem outras empresas do universo gamer que estão investindo no metaverso, que é a palavra que vem dominando o setor da tecnologia. No início do ano, a Microsoft anunciou a compra da Activision Blizzard, para mirar as atenções no metaverso. 

Ubisoft e Sega são outras gigantes dos games que também não ficaram de fora da tecnologia, que muitos enxergam como a responsável por uma grande inovação e geração de receita no futuro.

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Paulo Amorim
Paulo Henrique Oliveira é formado em Jornalismo pela Universidade Mogi das Cruzes e em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante de São Paulo. Atua como redator do portal FDR, onde já cumula vasta experiência e pesquisas, produzindo matérias sobre economia, finanças e investimentos.