Auxílio para mãe solteira aprovado! Saiba quem vai receber parcelas de R$1.200 em 2022

Novo projeto social deve ser aprovado pelo governo. Nessa semana, os parlamentares se reuniram na Câmara dos Deputados, para avaliar a PL que tem como objetivo instituir o Auxílio Permanente. Trata-se de um benefício destinado as mães solteiras, com um valor mensal de R$ 1.200. Abaixo, saiba como ser contemplado.

Diante do atual cenário de crise econômica e social, a implementação de projetos sociais tem sido essencial para garantir o sustento mínimo de milhares de brasileiros. Um grupo de deputados vem lutando pela aprovação do Auxílio Permanente, destinado as mulheres vulneráveis.

O que é o Auxílio Permanente?

Trata-se de um benefício social destinado as mães solteiras. Ele concederá um salário mensal no valor de R$ 1.200, objetivando segurar essas cidadãs e seus filhos com direitos básicos de moradia, alimentação, educação, saúde e lazer.

Sua concessão deve acontecer através do Cadastro Único, sendo necessário estar vinculado a plataforma. Ainda não há uma previsão de seu primeiro pagamento, uma vez em que o texto que o regulamenta deve ainda ser aprovado pelo presidente Jair Bolsonaro.

O que preciso para receber o Auxílio Permanente?

  • Ser mulher e mãe de família;
  • Ter 18 anos ou mais;
  • Não possuir emprego formal ativo;
  • Não ser titular de benefício previdenciário ou assistencial e nem ser beneficiária do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, ressalvado o Bolsa Família, que será suspenso durante o recebimento do auxílio permanente;
  • Possuir uma renda familiar mensal per capita de até 1/2 salário-mínimo ou a renda familiar mensal total de até 3 salários mínimos;
  • Estar inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal;
  • Ser microempreendedora individual (MEI); contribuinte individual do Regime Geral de Previdência Social; ou trabalhadora informal, seja empregada, autônoma ou desempregada.

Quais são os critérios para inscrição no Cadastro Único?

  • Ter renda familiar per capita igual ou menor que meio salário mínimo (R$ 606)
  • Ter renda familiar total de até 3 salários mínimos (R$ 3.636)
  • Se a renda for superior a 3 salários mínimos, é necessário que o cadastro no CadÚnico esteja ligado à concessão de benefícios específicos

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Eduarda Andrade
Maria Eduarda Andrade é mestra em ciências da linguagem pela Universidade Católica de Pernambuco, formada em Jornalismo na mesma instituição. Enquanto pesquisadora, atua na área de políticas públicas, economia criativa e linguística, com foco na Análise Crítica do Discurso. No mercado de trabalho, passou por veículo impresso, sendo repórter do Diario de Pernambuco, além de assessorar marcas nacionais como Devassa, Heineken, Algar Telecom e o Grupo Pão de Açúcar. Atualmente, dedica-se à redação do portal FDR, onde já acumula anos de experiência e pesquisas sobre economia popular e direitos sociais.