CNH Social 2022: Goiás prorroga prazo para inscrições; veja cronograma

Moradores de Goiás ganham novo prazo para se inscreverem no programa CNH Social. Nessa segunda-feira (14), o governo municipal informou que estará prolongando, até o dia 14 de março, o período de candidatura para quem deseja ter a habilitação gratuita. O procedimento deve ser feito pelo site do Detran. Saiba dos detalhes.

CNH Social 2022: Goiás prorroga prazo para inscrições; veja cronograma (Imagem: FDR)
CNH Social 2022: Goiás prorroga prazo para inscrições; veja cronograma (Imagem: FDR)

A CNH Social é um projeto nacional que tem como finalidade permitir que a população tire a carteira de habilitação de forma totalmente gratuita. Ele acontece em diversos estados do país, porém sua gerencia é feita pelo Detran local, o que significa dizer que os calendários são diferentes.

CNH Social em Goiás

Os moradores de Goiás ganharam mais 30 dias para tentar uma candidatura. As inscrições estão sendo feitas site do Detran Goiás até 14 de março. A previsão é de que cerca de 50 mil pessoas tentem uma colocação, estando disponível aproximadamente 11 mil vagas.

Para se candidatar é preciso estar inscrito no cadastro único, ter mais de 18 anos e saber ler e escrever. Na hora de validação da inscrição, o Detran solicitará os documentos de identificação pessoal, comprovante de residência, número do CadÚnico (NIS) e o email.

Quem desejar, pode ir presencialmente fazer a inscrição na Coordenadoria do Programa CNH Social, Bloco 15, na Sede do Detran-GO em Goiânia, das 8h às 17h.

Modalidades da candidatura para CNH Social

  • Modalidade estudantil: os estudantes devem ter entre 18 e 25 anos que cursaram e concluíram o ensino médio na rede pública estadual.
  • Modalidade urbana ou rural: destinado a moradores da área urbana e rural, respectivamente, com inscrição ativa no CadÚnico.

Quem pode participar da CNH social?

  • Pessoas que comprovem receber até 2 salários mínimos;
  • Pessoas que estão desempregadas a mais de 12 meses;
  • Pessoas que são alunas da rede pública e possuem rendimento exemplar;
  • Pessoas com necessidades especiais;
  • Ex presidiários;
  • Pessoas que são agricultores;
  • Pessoas que não possuem registro algum em sua carteira de trabalho;
  • Pessoas que recebem o Bolsa Família;
  • Pessoas que não possuem nenhum registro de infração no trânsito;
  • Trabalhadores do setor de transporte que desejam fazer alguma regularização perante a justiça.

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Eduarda Andrade
Maria Eduarda Andrade é mestra em ciências da linguagem pela Universidade Católica de Pernambuco, formada em Jornalismo na mesma instituição. Enquanto pesquisadora, atua na área de políticas públicas, economia criativa e linguística, com foco na Análise Crítica do Discurso. No mercado de trabalho, passou por veículo impresso, sendo repórter do Diario de Pernambuco, além de assessorar marcas nacionais como Devassa, Heineken, Algar Telecom e o Grupo Pão de Açúcar. Atualmente, dedica-se à redação do portal FDR, onde já acumula anos de experiência e pesquisas sobre economia popular e direitos sociais.