Dicas infalíveis de especialistas para deixar o financiamento imobiliário mais barato

O financiamento imobiliário funciona como um empréstimo, com o objetivo de realizar a compra de imóveis. Apesar das facilidades proporcionadas, o pagamento pode ser um problema. Descubra dicas para deixar o financiamento imobiliário mais barato, segundo especialistas.

Dicas infalíveis de especialistas para deixar o financiamento imobiliário mais barato
Dicas infalíveis de especialistas para deixar o financiamento imobiliário mais barato (Imagem: Montagem/FDR)

Dicas para deixar o financiamento imobiliário mais barato

Os financiamentos imobiliários são feitos por instituições financeiras — que pagam ao vendedor do imóvel o valor que quem adquire deseja pagar. Diante disso, o cliente deve realizar os pagamentos ao banco que pagou a dívida.

Antes ou após firmar o contrato, existem algumas formas de tornar o financiamento mais acessível.

1. Interessado pode escolher a seguradora de preferência

Ao comprar um imóvel por meio de financiamento, há a necessidade de contratar um seguro habitacional. Apesar deste seguro ser obrigatório — conforme Lei nº 9.514/1997 — o consumidor tem a possibilidade de escolher a seguradora de preferência.

Ao Exame, a gerente comercial da Too Seguros, Yara Marques, explica que as pessoas precisam questionar a construtora ou banco sobre as seguradoras que estão disponíveis. Após isso, então, o interessado definirá as que proporcionam as melhores condições.

Ela ressalta que essa escolha afetará o custo total do financiamento imobiliário — e o volume de crédito concedido.

2. Consumidor pode solicitar portabilidade após financiamento

Se a pessoa já começou o financiamento, é possível pedir a portabilidade do seguro habitacional. O interessado deverá comunicar a instituição financeira, em que já tem o contrato de financiamento sobre a portabilidade do seguro e financiamento.

Ao solicitar a portabilidade, o novo banco decidido pagará a dívida com o antigo banco. Assim, será criado o novo financiamento — e encerrado o anterior. Neste contexto que será possível negociar taxas menores, sem modificar o número de parcelas.

De acordo com a Susep, do mesmo modo que é possível realizar a portabilidade entre instituições financeiras, há a possibilidade de ter a substituição de apólice por uma de outra seguradora.

Contudo, será preciso observar as condições definidas pelo Banco Central e pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP).

3. Seguro residencial não é obrigatório

De acordo com a gerente comercial, apesar de o seguro habitacional ser obrigatório, o seguro residencial não é.

Sendo assim, caso exista alguma empresa ofertando os dois produtos juntos, o consumidor tem o direito de escolher somente o habitacional — e ainda decidir pela seguradora de preferência.

4. Cliente pode fazer amortização

O cliente, que já firmou o financiamento, pode realizar amortização. Ao Estadão, o sócio fundador da Kzas Krédito, Eduardo Muszkat, explica que amortização é antecipar o pagamento do saldo devedor.

Esse processo de pagamento possibilita a antecipação do valor total do financiamento. Assim, o mutuário pode reduzir o valor e número de parcelas até metade do tempo — e diminuir juros.

A amortização da dívida por ser por meio de recursos próprios ou o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

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Silvio Souza
Silvio Suehiro Souza é formado em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC). Desde 2019 dedica-se à redação do portal FDR, onde tem acumulado experiência e vasto conhecimento na área ligada a economia, finanças e investimentos. Além disso, Silvio produz análises sobre produtos e serviços financeiros, sempre prezando pela imparcialidade e informações confiáveis.