Natal via e-commerce: lojas virtuais devem faturar R$ 16 bi

Até esta sexta, 24, véspera de Natal, o comércio deve faturar R$16,6 bilhões com as vendas para a data comemorativa, representando um crescimento de 18% em comparação com o 2020. A expectativa é da Abcomm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) entidade que engloba representantes de lojas virtuais e prestadores de serviços.

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É projetado pelos empresários 37,5 milhões de pedidos e um tíquete médio de R$ 445, com a atração dos compradores que buscam escapar das aglomerações em shoppings e lojas físicas e também daqueles que prefere as compras online.

Os setores de celulares, informática, eletrônicos brinquedos, moda e acessórios devem dominar os presentes de 2021. “A telefonia sempre desponta. Também os produtos de informática. A pandemia fez com que esse setor voltasse a ter destaque”.

De acordo com o vice-presidente da Abcomm, Rodrigo Bandeira Santos, como as pessoas estão se acostumando com o modelo Home office, eles estão em busca de equipamentos de informática melhores.

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O levantamento da entidade considerou o período entre 15 de novembro a 24 de dezembro. Porém, Rodrigo disse que os consumidores não utilizaram a Black Friday para antecipar as compras de Natal.

A Black Friday foi afetada pela crise global de insumos, pela desvalorização do real frente ao dólar e também pelo cenário atual sócio e econômico do Brasil.

Por conta do prazo de entrega, as compras pela internet costumam ser efetuadas na primeira quinzena do mês de dezembro, porém, Rodrigo aponta que diversas lojas ofertam opções para os pedidos finais. “Têm marcas oferecendo garantias de entregas em algumas horas”, disse.

Para evitar golpes, ele orienta que a própria internet oferece opções para evitá-los. “Pesquisas sobre determinada loja, marca e produto ou até mesmo sobre a utilização e aplicabilidade”.

“Os consumidores sempre compartilham suas impressões, fazendo reclamações nas redes sociais e em sites, que são uma excelente fonte de consulta para que se veja um problema antes que ele aconteça de fato”, alerta ele.

Lembre-se que sites confiáveis sempre divulgam o endereço físico e algum telefone ou e-mail para atendimento ao cliente.

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Paulo Amorim
Paulo Henrique Oliveira é formado em Jornalismo pela Universidade Mogi das Cruzes e em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante de São Paulo. Atua como redator do portal FDR, onde já cumula vasta experiência e pesquisas, produzindo matérias sobre economia, finanças e investimentos.