Atenção! Veja se os seus investimentos correm risco com nova variante da COVID-19

Após a recente descoberta da variante da COVID-19, ômicron, na África do Sul, cresceram as incertezas sobre o alcance que a pandemia ainda pode ter. Tanto na saúde quanto na retomada da economia de maneira global.

Essa circulação da nova cepa abalou a Bolsa de Valores por todo o mundo como EUA, Ásia, Europa e Brasil. Por isso, grande parte da população passou a questionar se o seus investimentos correm risco por conta da nova cepa do coronavírus.

Por conta das poucas informações sobre a nova mutação do vírus, os cientistas ainda não sabem se há risco das coberturas vacinais não serem eficientes e nem qual o grau de letalidade.

No dia 1º de dezembro havia 24 países contaminados pela nova variante, dentre eles o Brasil. 

As dúvidas sobre a ômicron abalaram o mercado financeiro, o Presidente do Federal Reserve (FED), que é o banco central americano, Jerome Powell declarou que o aumento nos casos de Covid-19 e a nova variante representam riscos negativos para o emprego e para a atividade econômica, aumentando as incertezas sobre a inflação.

Quais setores devo investir?

Os investidores devem ter atenção à sua carteira de investimentos. De acordo com o especialista em investimentos da Inversa Publicações, João Abdouni recomenda que haja cautela no mercado das ações. E destaca que aqueles que gostam da Bolsa de Valores devem se concentrar em papéis de empresas tradicionalmente sólidas.

Esse é o caso de Suzano (SUZB3), com cotação atual de R$ 55 e possibilidade de chegar a R$ 110, e Klabin (KLBN3), cotada a R$ 25 e com potencial para chegar a R$ 60.

“Ambas têm grandes projetos para aumento da produção e geração de caixa em dólar. À medida que esses projetos forem entregues as companhias vão pagar dividendos. Em algum momento vai chegar ao preço alvo”, declarou.

Com essa nova variante da COVID-19, devo vender minhas ações?

De acordo com Lucas Mastromonico, operador de renda variável da B.Side Investimentos, neste tempo de incertezas os investidores não devem ficar desesperados para vender os seus ativos.

“Nada de vender agora a carteira de ações, por exemplo, porque o mercado pode subir. Caso esteja muito inseguro, o que pode ser feito é vender uma parte desses papéis e ficar capitalizado à espera de uma boa oportunidade de compra de ações mais baratas.”, disse Lucas.

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Jheniffer Freitas
Jheniffer Aparecida Corrêa Freitas é formada em Jornalismo pela Universidade de Mogi das Cruzes. Atuou como assessora de imprensa da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo e da Secretarial Estadual da Saúde de São Paulo. Há dois anos é redatora do portal FDR, onde acumula bastante experiência em produção de notícias sobre economia popular e finanças.