Reflexos da 3ª fase do Open Banking agindo no PIX e como você será afetado

A 3° fase do Open Banking teve início no dia 29 de outubro, a integração do sistema ao Pix deve apresentar reflexos para os usuários ao realizar o pagamento instantâneo.

O que é o Open Banking

Dividido em quatro fases, o Open Banking é um um conjunto de regras e de tecnologia que visa permitir o compartilhamento de dados e de serviços de clientes entre instituições financeiras e bancos. 

No Brasil, a participação do sistema se restringe às instituições financeiras ligadas, por meio de regulação, ao Banco Central. 

Com 1° fase tendo início em fevereiro, na última sexta-feira, 29 de outubro, o sistema chegou a sua 3° fase que permite aos usuários o pagamento via Pix sem precisar acessar os aplicativos dos bancos. 

3° fase do Open Banking e o que muda no Pix

A principal inovação da nova fase do Open Banking  é a facilidade no pagamento via Pix para os usuários, e com isso, a agilidade nas compras feitas pela internet.

O Open Banking permite agora que o pagamento via Pix em sites de e-commerce sejam feitos sem a necessidade de acessar o aplicativo do seu banco. O consumidor precisa apenas autorizar o débito solicitado na sua conta corrente.

O pagamento funciona da seguinte maneira: ao selecionar o Pix, o usuário agora informa sua chave de identificação, podendo ser o CPF ou endereço de email, no site da compra.

A empresa aciona o banco para que o débito seja feito, antes do valor ser debitado a instituição financeira emite um comunicado detalhado solicitando seu consentimento para a transação.

Quem protege os seus dados

Segundo pesquisa realizada pela TecBan e pelo Instituto Ipsos, usuários se mostram desconfiados com a modernização do sistema, 46% da população se mostra preocupada em como os dados financeiros são utilizados no Open Banking. 

De acordo com o BC, todo o processo de transação é supervisionado e conta com a segurança de que as instituições participantes precisam obedecer as regras estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e pelo próprio Banco Central.

Entretanto, é válido ressaltar a importância dos usuários estarem atentos aos detalhes de cada regra antes de autorizar o compartilhamento de seus dados.

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