Quanto o governo deve pagar na prorrogação do auxílio emergencial em 2022?

Governo federal deve manter auxílio emergencial em 2022. Nos últimos dias, o presidente da república, Jair Bolsonaro, se pronunciou sobre a possibilidade de renovação do abono. Diante das dificuldades em implementar o Auxílio Brasil, a permanência do atual projeto vem sendo cada vez mais solicitada. Saiba sobre valores e regras de concessão.

Quanto o governo deve pagar na prorrogação do auxílio emergencial em 2022? (Imagem: FDR)
Quanto o governo deve pagar na prorrogação do auxílio emergencial em 2022? (Imagem: FDR)

Mesmo sem a aprovação do ministro da economia, Paulo Guedes, o presidente Jair Bolsonaro vem afirmando que irá manter o auxílio emergencial em 2022.

De acordo com ele, o benefício deverá ser renovado, podendo ser concedido até maio do próximo ano. No entanto, os segurados devem ficar atentos aos possíveis cortes no projeto.

Qual o valor do auxílio emergencial em 2022?

Até o momento, Bolsonaro não detalhou qual será o valor do auxílio emergencial no próximo ano. A previsão é de que o abono se mantenha com as mesmas faixas de concessão, tendo em vista que sua gestão ainda lida com as críticas de ter cortado o valor do projeto em mais de 50% em comparação com as mensalidades liberadas em 2020.

A primeira rodada do programa contou com um salário de até R$ 1.200 para as mães solteiras. Já neste ano, quanto renovado, o valor caiu para R$ 375.

Diante da situação, a população, imprensa e oposição passaram a cobrar Bolsonaro afirmando que a quantia é insuficiente levando em consideração os desdobramentos da inflação.

No entanto, o governo não respondeu tais questões, apenas ressaltou que os reajustes foram necessários para se adequar aos limites orçamentários determinados pelo Congresso.

E as regras de concessão irão mudar?

A previsão é de que o Ministério da Cidadania passe um novo pente fino para reduzir o número de segurados e consequentemente de gastos. Porém, de modo geral, terá direito ao recebimento o cidadão que:

  • ser maior de 18 anos de idade, exceto no caso de mães adolescentes (mulheres com idade de 12 a 17 anos que tenham, no mínimo, um filho), conforme as seguintes informações:
  • em 2 de abril de 2020, para os trabalhadores beneficiários do Cadastro Único, consideradas as informações constantes da base de dados do Cadastro na referida data;
  • na data da extração do Cadastro Único de referência para a geração da folha mensal do Bolsa Família, de que trata a Lei nº 10.836, de 2004, para os beneficiários do referido Programa; ou
  • na data da avaliação de elegibilidade do Auxílio Emergencial 2021 para trabalhadores beneficiários do auxílio emergencial de que trata a Lei nº 13.982, de 2020, inscritos por meio das plataformas digitais da CAIXA.

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Eduarda Andrade
Maria Eduarda Andrade é mestranda em ciências da linguagem na Universidade Católica de Pernambuco, formada em Jornalismo pela mesma instituição. Enquanto pesquisadora, atua na área de políticas públicas, economia criativa e linguística, com foco na Análise Crítica do Discurso. No mercado de trabalho, passou por veículo impresso, sendo repórter do Diario de Pernambuco, além de assessorar marcas nacionais como Devassa, Heineken, Algar Telecom e o Grupo Pão de Açúcar. Atualmente, dedica-se à redação do portal FDR.
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