Bancos que liberam isenção da taxa do PIX para empresas

Pontos-chave
  • PIX para empresas pode ser cobrado em alguns bancos;
  • Bancos como Caixa e Nubank oferecem isenção da taxa;
  • Linker passa a oferecer gratuidade para clientes pessoa jurídica.

O PIX é um sucesso entre as pessoas físicas desde seu lançamento em novembro do ano passado. Porém quando as transações são de pessoa física para empresa ou de empresa para empresa, o cenário muda. O motivo disso é que ao contrário da gratuidade para pessoas físicas, as empresas podem ser cobradas pelos bancos por cada transação. Veja aqui quais bancos cobram e também os que não cobram taxa para o PIX empresas.

Bancos que liberam isenção da taxa do PIX para empresas
Bancos que liberam isenção da taxa do PIX para empresas (Imagem: Reprodução/ Exame Invest)

Em seu lançamento, foi dada uma isenção nas taxas do PIX para empresas, porém, após um período, as cobranças começaram. A taxa mais alta é cobrada pelo Itaú, 1,45%. Já a Caixa, Nubank e Inter, mantiveram a isenção.

Nesta semana, a Linker, fintech focada em pessoa jurídica, anunciou que o PIX será oferecido de forma gratuita para seus clientes. A empresa afirmou que o objetivo é facilitar o dia a dia das pequenas e médias empresas. 

Com isso, os clientes da Linker poderão realizar transações sem cobrança de taxas ou limites.

“O Pix é muito alinhado ao nosso propósito maior, que é trazer agilidade pra vida do empreendedor e reduzir a burocracia para as PMEs. O sucesso de adoção e usabilidade comprovam que os clientes buscam maior facilidade no dia a dia, redução de custos e eficiência operacional”, disse o CEO e cofundador da Linker, David Mourão.

Bancos que oferecem isenção de taxa para PIX Empresas 

  • Linker
  • Nubank
  • Inter 
  • C6 Bank 
  • Banco Original 
  • Caixa

Taxas cobradas pelos bancos para o PIX Empresas 

Banco do Brasil

  • Taxa de transferência via Pix: 0,99% do valor da transação, com o mínimo R$ 1 e o máximo R$ 10
  • Taxa de recebimento via Pix: 0,99% do valor da transação, com tarifa máxima de R$ 140

Bradesco

  • Taxa de transferência via Pix: 1,4% do valor da transação, com tarifa mínima de R$ 1,65 e máxima de R$ 9
  • Taxa de recebimento via Pix: 1,4% do valor da transação, com tarifa mínima de R$ 0,90 e máxima de R$145

Itaú

  • Taxa de transferência via Pix: 1,45% do valor da transferência, com tarifa mínima de R$ 1,75 e máxima de R$ 9,60
  • Taxa de recebimento via Pix: 1,45% do valor pago com tarifa mínima de R$ 1 e máxima de R$150

Santander

Taxa de transferência via Pix: 1% do valor da transação, com tarifa mínima de R$ 0,50 e máxima de R$ 10

  • QR Code estático ou dinâmico: R$ 6,54
  • QR Code via checkout (para compras online): 1,4% do valor da transação, com tarifa mínima de R$ 0,95
  • Chave Pix: 1% do valor da transação, com tarifa mínima de R$ 0,50 e máxima de R$ 10 
Banco Central quer lançar cartão por aproximação ligado ao Pix
PIX Empresas possui taxas em alguns bancos (Imagem: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

PIX

O PIX permite pagamentos e transferências em tempo real, e funciona todos os dias da semana em qualquer horário e para todas as instituições financeiras.

A solução de pagamentos, permite transferências entre pessoas físicas e jurídicas e o processo é infinitamente mais rápido que o TED e o DOC. Em apenas 10 segundos o processo é concluído.

Novas modalidades do PIX

  • PIX Saque

Nesta modalidade, o usuário fará o login em sua conta bancária no celular. Na sequência, ele deve apontar o celular para o QR Code que está disponível no caixa do estabelecimento.

Por fim, ele deve escolher o valor que deseja sacar e aprovar a transação. Através da modalidade, ao invés de receber um produto, o cliente fica com o dinheiro em espécie do caixa do estabelecimento.

  • PIX Troco

Já nesta modalidade, o saque depende da compra de algum produto da loja. No momento de fazer o pagamento, o usuário faz uma transação com um valor maior ao do bem que está adquirindo. Desta forma, ele recebe o troco em notas físicas.

De acordo com o Banco Central, os comércios terão autonomia para determinar suas regras. Sendo assim, cabe a cada local escolher quais dias os novos serviços vão operar, quais serviços vão aderir e o funcionamento do saque.

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Paulo Amorim
Paulo Henrique Oliveira é formado em Jornalismo pela Universidade Mogi das Cruzes e em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante de São Paulo. Atua como redator do portal FDR, onde já cumula vasta experiência e pesquisas, produzindo matérias sobre economia, finanças e investimentos.