Empréstimo pessoal: Situações em que a contratação pode salvar suas finanças

Em tempos de forte crise econômica, solicitação de empréstimo tem sido a alternativa mais bem vista pelos brasileiros. Com os efeitos financeiros do covid-19, muitas pessoas passaram a recorrer aos bancos para poder manter as contas em dia, porém é preciso tomar cuidado para não reforçar dívidas. No texto abaixo, entenda quando vale a pena assinar esse tipo de contrato.

Empréstimo pessoal: Situações em que a contratação pode salvar suas finanças (Imagem: Google)
Empréstimo pessoal: Situações em que a contratação pode salvar suas finanças (Imagem: Google)

Os empréstimos nada mais são do que uma forma de ter recursos financeiros antecipados por alguma instituição financeira e posteriormente devolve-los.

No entanto, há questões que devem ser avaliadas, como a aplicação das taxas de juros e tempo total para o encerramento da dívida.

Especialistas financeiros afirmam que o serviço pode ser uma opção viável para o cidadão em situação de crise, mas antes da assinatura do contrato este deve levar em consideração alguns fatores. Antes de mais nada é preciso entender quando vale a pena ter uma linha de crédito aberta.

Quando devo solicitar um empréstimo?

Normalmente o serviço é feito quando o cidadão deseja adquirir algum grande bem, como um imóvel, por exemplo. O financiamento imobiliário funciona como um empréstimo a longo prazo, onde o titular passa a quitar as parcelas ao banco, que lhe emprestou o valor para sanar o valor de sua casa.

O tempo total do pagamento, taxas de juros e demais informes variam de acordo com o tipo de contrato feito e valor da solicitação. Porém, nesse caso há outras modalidades com o melhor custo benefício, como o FGTS.

Outra opção para o empréstimo é quando o segurado deseja abrir um pequeno negócio ou investir em seus estudos. Em ambos os casos a solicitação tende a ser positiva, mas deve apresentar um retorno seguro para que o cidadão tenha dinheiro para pagar ao banco.

Quando uma empresa é aberta, por exemplo, o valor do empréstimo deve ser levado em consideração diante do período em que tal negócio passará a gerar um lucro. Isso evita com que o empreendedor não tenha um serviço falido e faça divida atoa com o banco.

No caso do endividamento, o empréstimo já não tende a ser uma opção segura, pois significa que o cidadão não apresente uma margem de lucro ou retorno futuro para poder quitar o valor solicitado ao banco.

Não se pode esquecer que estando em inadimplência com a instituição, os juros permanecem correndo até que a dívida seja finalizada.

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Eduarda Andrade
Maria Eduarda Andrade é mestra em ciências da linguagem pela Universidade Católica de Pernambuco, formada em Jornalismo na mesma instituição. Enquanto pesquisadora, atua na área de políticas públicas, economia criativa e linguística, com foco na Análise Crítica do Discurso. No mercado de trabalho, passou por veículo impresso, sendo repórter do Diario de Pernambuco, além de assessorar marcas nacionais como Devassa, Heineken, Algar Telecom e o Grupo Pão de Açúcar. Atualmente, dedica-se à redação do portal FDR, onde já acumula anos de experiência e pesquisas sobre economia popular e direitos sociais.