Por que fazer a portabilidade do financiamento imobiliário é uma boa opção? Entenda!

Está pagando um financiamento imobiliário? Entenda suas opções para postergar esse valor. Com a crise econômica gerada pelo covid-19, a portabilidade de pagamento para quem está quitando algum imóvel tem se tornado uma alternativa cada vez mais viável. O serviço permite que o titular renegocie sua dívida de modo que reduza os valores de suas parcelas. Abaixo, entenda mais como funciona essa modalidade bancária.

Por que fazer a portabilidade do financiamento imobiliário é uma boa opção? Entenda!(Foto: Pixabay)
Por que fazer a portabilidade do financiamento imobiliário é uma boa opção? Entenda! (Foto: Pixabay)

A portabilidade de financiamento imobiliário é uma opção segura para aqueles que precisam reduzir o valor de sua dívida mensal. De acordo com levantamentos do Banco Central, esse serviço cresceu cerca de 553,1% entre janeiro e agosto de 2020.

Desse total, 10.502 foram solicitados ainda no primeiro semestre do ano, enquanto em 2019 o registro era de 1.608 trocas no mesmo período.

A portabilidade de crédito nada mais é que uma mudança no financiamento inicial. Por meio dela o cidadão consegue negociar com o banco onde o empréstimo foi feito para que a dívida passe a ter um valor mensal reduzido ou migre para outra categoria.

Com o orçamento nacional apertado para parte significativa dos brasileiros, sua solicitação registrou a maior alta da história.

Valores em crescimento

Ainda de acordo com o BC, o valor da portabilidade chegou a ser de R$ 3,5 bilhões até o mês de agosto. A alta representa uma elevação de 483%, fazendo com que o serviço seja considerado um dos mais requisitados no mercado financeiro.

Para aqueles que possuem um financiamento pelo SFI (Sistema de Financiamento Imobiliário), a mudança se dá para um novo contrato através do SFH (Sistema Financeiro da Habitação), onde os valores aplicados e taxas de juros são bem menores.

Regras para fazer a portabilidade

Quem desejar solicitar o serviço pode não ter conseguido um financiamento pelo SFH. Nesse caso, o valor varia de acordo com as taxas atuais, sendo mais baixas que a categoria anterior.

Em 2018, por exemplo, tinha um limite máximo de R$ 1 milhão. Atualmente essa quantia é de R$ 1,5 milhão.

Feito o processo de solicitação, o titular deverá receber o “Documento Descritivo de Crédito” (DDC). Ele serve como um registro do novo contrato e tem sido ofertado pelos canais de atendimento das instituições de forma automática.

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Eduarda Andrade
Maria Eduarda Andrade é mestranda em ciências da linguagem na Universidade Católica de Pernambuco, formada em Jornalismo pela mesma instituição. Enquanto pesquisadora, atua na área de políticas públicas, economia criativa e linguística, com foco na Análise Crítica do Discurso. No mercado de trabalho, passou por veículo impresso, sendo repórter do Diario de Pernambuco, além de assessorar marcas nacionais como Devassa, Heineken, Algar Telecom e o Grupo Pão de Açúcar. Atualmente, dedica-se à redação do portal FDR.
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