Os residentes de Blumenau, em Santa Catarina, que foram atingidos pelo “ciclone-bomba” tiveram autorização para sacar o FGTS. Para isso, os moradores precisam registrar ocorrência de danos na Secretaria Municipal de Defesa Civil.

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URGENTE! FGTS de R$6,2 mil pode ser sacado por moradores de Santa Catarina
URGENTE! FGTS de R$6,2 mil pode ser sacado por moradores de Santa Catarina (Imagem: Reprodução/Google)
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Os moradores de Blumenau que foram atingidos pelo “ciclone-bomba” e tiveram suas casas afetadas poderão sacar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço de até R$ 6.220. O ciclone atingiu o estado no dia 30 de junho.

A ideia é que esse dinheiro do FGTS possa ajudar na recuperação dos estragos, por isso a permissão de um saque tão alto. A solicitação foi dada depois que o município fez o pedido ao governo federal, apresentando as consequências do ciclone.

O anúncio da liberação do Fundo de Garantia foi confirmado pela Caixa Econômica Federal na última terça-feira (8). Esse saque se enquadra no chamado saque-calamidade, já que os moradores de Blumenau registraram ocorrência de danos na Secretaria Municipal de Defesa Civil após o ciclone.

Para solicitar o valor disponível para o saque do Fundo de Garantia basta acessar o aplicativo do FGTS e fazer o pedido. Dessa maneira, não é preciso ir a uma agência bancária para fazer o saque.

Após ser atingida pelo “ciclone-bomba”, Blumenau decretou situação de emergência. Foram quase 150 áreas afetadas e mais de 120 mil moradores atingidos, segundo os dados da Defesa Civil do município.

Além de imóveis particulares que sofreram danos, como casas e apartamentos, a chuva e os fortes ventos também afetaram unidades de saúde, escolas, creches e em outros imóveis nos quais é prestado algum serviço à comunidade.

De acordo com a Prefeitura de Blumenau será necessário o investimento de R$ 6 milhões para recuperar os espaços públicos e privados que sofreram algum tipo de dano físico ou estrutural devido ao ciclone.

O ciclone-bomba atingiu o município na noite do dia 30 de junho e se estendeu até a madrugada do dia 1º de julho. O fenômeno causou onze mortes imediatas e mais outras três no período de reconstrução dos imóveis, segundo o relatório da Defesa Civil.

Gláucia Alves, formada em Letras-Inglês pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Foi professora por 7 anos. Esse ano começou a trabalhar como redatora e como corretora de redação. Atualmente, trabalha na equipe do portal FDR e realiza consultoria de redação on-line.