Auxílio emergencial: Políticos defendem pagar mais R$1,2 MIL aos inscritos

Até o fim desta semana, o presidente Jair Bolsonaro deve bater o martelo a respeito do valor que pretende pagar na prorrogação do auxílio emergencial. A quantidade de parcelas extras também serão definidas.

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Auxílio emergencial: Políticos defedem pagar mais R$1,2 MIL aos inscritos
Auxílio emergencial: Políticos defendem pagar mais R$1,2 MIL aos inscritos (Imagem FDR)

O auxílio emergencial ajudou a aumentar a popularidade de Bolsonaro, porém com um custo mensal elevadíssimo de R$50 bilhões, que equivale a 17 vezes mais o que é gasto com o Bolsa Família. Isto torna o auxílio insustentável para as contas públicas.

O ministro da economia, Paulo Guedes, é a favor de que as novas parcelas tenham um valor em torno de R$200. Porém, os líderes de partidos desejam a prorrogação até o fim de 2020, com as parcelas girando em torno de R$600 e outros R$300.

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Os auxiliares de Guedes já falam sobre a possibilidade de prorrogar o auxílio no valor de R$ 200, R$ 250 ou R$ 300 até o fim de 2020 com o objetivo de criar uma transição para o Renda Brasil, o novo programa social do governo Bolsonaro que será o substituto do Bolsa Família.

De acordo com a proposta original, o auxílio deveria durar três meses, porém foi prorrogado por mais dois. Se o governo realmente realizar uma nova extensão da ajuda com um valor menor do que é pago atualmente, será preciso encaminhar ao Congresso a alteração por meio de medida provisória (MP).

Neste caso, as características do programa, como o valor pago, por exemplo, podem ser mudados por deputados e senadores.

Rodrigo Maia (DEM-RJ), o presidente da Câmara, declarou ontem (18), que acha difícil que uma nova extensão do auxílio permaneça no valor atual.

Existe uma chance de Bolsonaro editar um decreto para pagar mais uma parcela de R$ 600, o que não dependeria de aprovação do Congresso, e definir um valor menor de R$ 300 para as demais através de medida provisória. Se Bolsonaro decidir reduzir o valor de todas as parcelas, será preciso aval do Parlamento.

Orlandinho Silva (PCdoB-SP), afirmou que se o governo propuser redução no auxílio emergencial, o Congresso vai retomar o valor de R$600.

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“Duvido que o presidente tenha coragem de reduzir o valor do auxílio, porque está surfando na onda”,disse Silva.

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Paulo Amorim
Paulo Henrique Oliveira é formado em Jornalismo pela Universidade Mogi das Cruzes e em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante de São Paulo. Atua como redator do portal FDR, onde já cumula vasta experiência e pesquisas, produzindo matérias sobre economia, finanças e investimentos.