Banco PAN, BMG e mais: Lista completa de bancos líderes em reclamações

Foi divulgado ontem, 15, pelo Banco Central que o Banco PAN liderou o ranking de reclamações contra instituições financeiras no segundo trimestre deste ano. O PAN marcou índice de 158,89. Na vice-liderança vem o BMG com 99,80 e na terceira colocação vem o Inter com 97,92. Neste ranking foram listados os bancos e financeiras que possuem mais de 4 milhões de clientes.

Banco PAN, BMG e mais: Lista completa de bancos líderes em reclamações
Banco PAN, BMG e mais: Lista completa de bancos líderes em reclamações (Imagem: Google)

O ranking é organizado com base na quantidade de reclamações consideradas válidas e depois elas são divididas pelo número de clientes da instituição, multiplicada por 1.000.000. Isto significa que quanto mais próxima da liderança, pior é a avaliação do banco perante os clientes.

Na lista, o Santander está na quarta posição de instituição mais reclamada (índice de 41,35).

Na sequência estão Caixa (26,45), Bradesco (24,35), Banco do Brasil (22,76), Itaú (21,09), Banrisul (19,83), Banco CSF (16,59), OMNI (12,07%), Realize (3,55), Votorantim (3,47%), Midway (3,13), Bando do Nordeste (0,86), Nubank (0,18) e Sicredi (0,00).

Bancos menores

Já entre os bancos e financeiras de menor porte, que contam com menos de 4 milhões de clientes, são classificados em outro ranking. Entre eles, a Facta Financeira é a líder de reclamações com 559,96 no segundo trimestre.

Na sequência vem o Banco Digimais (340,24), Safra (281,78), BNP Paribas (268,59) e Industrial do Brasil (235,59), entre outros. A lista completa é formada por 22 instituições.

As queixas mais presentes entre as reclamações estão as irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações de serviços relacionados a cartões de crédito.

Prévia animadora do PIB

Depois de uma queda acentuada no mês de abril, a economia do Brasil voltou a crescer no mês de maio, de acordo com informações divulgadas ontem (14) pelo Banco Central. O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica) que é tido como “prévia” do PIB (Produto Interno Bruto) mostrou um crescimento de 1.31% no mês de maio quando comparado a abril.

O número foi obtido após ajuste sazonal, um tipo de “compensação” para comparar períodos distintos.

Segundo o Banco Central, essa foi a maior alta do indicador registrada desde junho de 2018, momento em que a economia voltou a registrar alta após a greve dos caminhoneiros. Na ocasião, a expansão atingiu 3,30%.

Já era previsto um crescimento no indicador no mês de maio, quando a produção da industria expandiu 7%. Já no comércio varejista, o indicador também cresceu bastante no mês. A exceção de crescimento ficou para o setor de serviços que teve queda, mesmo que menor que a registrada em abril.

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Paulo Amorim
Paulo Henrique Oliveira é formado em Jornalismo pela Universidade Mogi das Cruzes e em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante de São Paulo. Atua como redator do portal FDR, onde já cumula vasta experiência e pesquisas, produzindo matérias sobre economia, finanças e investimentos.