Taxa de desemprego aumenta na pandemia e ESTE estado é o que mais sofre

Em meio a pandemia do novo coronavírus, diversas empresas não estão conseguindo driblar a crise e estão tendo que realizar a demissão de seus funcionários para tentar manter a estabilidade da marca. Com este cenário sendo observado em todo o país, o desemprego teve um aumento considerável em 12 estados brasileiros durante este primeiro trimestre – observando o impacto provocado pelo covid-19.

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Taxa de desemprego aumenta na pandemia e ESTE estado é o que mais sofre (Reprodução/Internet)
Taxa de desemprego aumenta na pandemia e ESTE estado é o que mais sofre (Reprodução/Internet)
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As informações foram compartilhadas através da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnadc), divulgada nesta sexta-feira (15) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

De acordo com os dados, a Bahia foi o estado com o maior índice de desemprego em todo o país, registrando 18,7%. Quando comparado ao último trimestre do ano passado, o aumento foi considerável, já que pontuava 16,4%.

Observando uma análise geral, em sete estados o índice superou os 15%. Vale ressaltar que em todos os estados houve um aumento na hora de pontuar a taxa do desemprego no país

Mas, o IBGE não registra este dado, pois pode afetar a margem de erro. De acordo com o instituto, só foi considerado a pesquisa em 12 estados. De acordo com a responsável pela pesquisa do IBGE, Adriana Beringuy, foi observado este movimento em cinco regiões do país.

Maranhão foi o que teve a crescente maior em todo o país. Na estatística, o índice apresentado no último trimestre foi de 16,1%, quando observado o do ano passado, foi 12,1%.

Ainda de acordo com a profissional, não é possível mensurar de forma clara os efeitos da pandemia. Mas ainda assim foi pontuada uma queda em grupos de atividade que não costumam ter diminuição neste período do ano.

No Brasil, desemprego alcançou 12,2%, frente aos 11% de quando fechou o ano com um total de 12,9 milhões de desempregados. Jovens, mulheres e negros foram os mais afetados neste período de demissões.

Ainda de acordo com a pesquisa, desocupação das mulheres foi de 14,5%, já a de homens 10,4%. Os pretos tiveram um impacto de 15,2%, já os brancos ainda estão com taxa de um dígito, 9,8%.

Neste semestre, 2,3 milhões de trabalhadores perderam o emprego. Os jovens de 18 a 24 anos somam 27,1%. Com a pandemia, a procura por vaga, que caracteriza o desempregado, foi dificultada.