Preços do petróleo caem e registram maior queda em 29 anos

Preços do petróleo registram a maior queda. Com os novos dados divulgados para esta segunda-feira (9) mostram que os preços dos contratos reduziram 20%. Isto provocou início de uma guerra de preços entre os grandes produtores, pontuando esta instabilidade na abertura dos negócios no mercado asiático no último domingo.

Preços do petróleo caem e registram maior queda em 29 anos (Reprodução/Agência Brasil)
Preços do petróleo caem e registram maior queda em 29 anos (Imagem: Reprodução/Agência Brasil)

Em números, preço do petróleo do tipo Brent teve uma queda de cerca de 31%. O número teve o maior tombo desde a Guerra do Golfo (1990 e 1991). Desta forma, vale pontuar que a decisão da Arábia Saudita na redução dos preços do petróleo é observada via problemas em negociação.

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O fracasso na interlocução entre negociações da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e a Rússia tiveram o maior impacto no tamanho da produção da commodity.

Já a questão ligada a Rússia é pontuada pela oposição da corte na produção de sugeridos pela Opep a fim de estabilizar os preços da commotidy.

Em pontos ligados à questão da epidemia do coronavírus, no que desacelera a economia global e afeta a demanda por energia em alguns países.

O barril de Brent caiu em torno de 18,73%, em Londres, a US$ 36,79 na venda, enquanto que o barril WTI, nos EUA, perdia 17,56%, a US$ 34,03. Estes dados são divulgados por meio das 12h50 do último domingo (8).

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Pontuando também que o Brent realizou uma queda de 31% no início da sessão,  o que representa US$ 31,02 . Ainda destaca-se que este é o menor nível desde 12 de fevereiro de 2016. Na época, o WTI chegou a despencar 33%, para US$ 27,34 – o que representa também menor nível desde 12 de fevereiro de 2016, segundo a Reuters.

Já o sócio fundador do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires, destaca que avanço do coronavírus trouxe pânico para o mercado de petróleo. “O preço do petróleo nesse patamar deve provocar um estrago nas economias. O tamanho desse estrago vai depender por quanto tempo os preços ficarão nesse patama”, pontua.

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