Polêmica no Bolsa Família mostra fraudador com ganho de R$ 27 mil

Processo de auditória realizado pela Controladoria-Geral da União (CGU) foi divulgado nesta semana e detalha assuntos polêmicos em torno do recebimento do Bolsa Família. De acordo com informações encontradas, 248 famílias que têm servidores do Governo do Distrito Federal na composição foram beneficiárias do Bolsa Família.

Polêmica no Bolsa Família mostra fraudador com ganho de R$ 27 mil
Polêmica no Bolsa Família mostra fraudador com ganho de R$ 27 mil

Este público, por sua vez, tem recebido os benefícios mesmo sem se enquadrar nos requisitos do programa, como renda per capita mínima e outros critérios estabelecidos.

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As fraudes têm conquistado índices altos a exemplo de um dos casos, em que uma família beneficiária teve renda mensal de R$ 27,1 mil por pessoa.

O número, quando comparado ao máximo permitido para participação nos programas sociais do governo federal com base no Cadastro Único (CadÚnico), atinge o valor de 54 vezes maior.

O resultado coletado é referente aos dados de fevereiro e março de 2019. Durante a auditoria, o órgão CGU listou as cinco famílias beneficiárias com as maiores rendas per capita.

Já em segundo lugar foi observado que um dos servidores recebe mensalmente o equivalente a R$ 8.314

Durante o estudo, a CGU concluiu que os pontos identificados durante a auditoria mostraram que há oportunidades de melhoria na gestão descentralizada por parte do GDF, nos pontos relacionados a atualização de cadastramento e revisão de dados.

O Ministério da Cidadania, quando questionado pelo portal G1, detalhou que o trabalho realizado em parceria com a CGU visa melhorar a gestão de programas sociais, como o Bolsa Família.

E reitera que os casos apontados no relatório serão analisados e se forem comprovados os recebimentos indevidos, serão tomadas as medidas de cobrança para ressarcimento dos recursos ao erário.

Já a Secretaria de Desenvolvimento Social do DF (Sedes) informou que “já está em andamento a apuração de todos os fatos pela área responsável da pasta”.

Para realizar a analisar os dados, a CGU realizou o cruzamento das informações presentes nas folhas de pagamento do programa, do GDF, do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e da Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

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