Financiamento estudantil público: vale a pena aderir ao FIES?

Ter um curso superior completo é o sonho de milhares de brasileiros. Entretanto, nem todos tem a oportunidade de financiar uma faculdade particular. Aqueles que não conseguem ingressar em uma universidade pública precisão correr atrás de programas de financiamento estudantil e bolsas para poder obter o diploma. Uma das opções, ofertadas pelo governo federal é o FIES.

Financiamento estudantil público: vale a pena aderir ao FIES?
Financiamento estudantil público: vale a pena aderir ao FIES?

Trata-se de um programa de financiamento que permite que o estudante estude gratuitamente. Porém, é importante ressaltar que ele não é uma bolsa e sim uma espécie de empréstimo estudantil.

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Ao concluir a graduação, é preciso prestar conta ao governo de todo o dinheiro fornecido para quitar as mensalidades.

Financiamento estudantil dividido em duas modalidades:

  • FIES Fundo Garantidor

Desenvolvido para estudantes com renda familiar mensal de até 3 salários-mínimos por pessoa, oferece juros zero, com correção apenas pela inflação.

  • P-FIES

Feito para estudantes com renda familiar mensal de até 5 salários-mínimos por pessoa, possui juros que variam de acordo com o banco.

Os valores concedidos variam de acordo com as mensalidades das universidades e antes de solicitar o FIES é preciso saber se a faculdade que deseja e o curso escolhido são contemplados pelo programa.

Apesar do governo federal exigir que todas as instituições de ensino aceitem alunos pelo financiamento estudantil, essa seleção varia também de acordo com o curso que o estudante irá fazer.

Entenda a diferença entre as modalidades do FIES

No caso do FIES sem juros há um limite de vagas e por isso há uma maior dificuldade para conseguir se cadastrar. Nem todos os candidatos são contemplados, pois o número de solicitações é maior do que a quantidade ofertada.

Para poder ter mais chances, é preciso ter uma boa nota no ENEM. Quanto maior a média, mais fácil será para poder conseguir sua vaga.

Já no FIES com juros, não há limites pois o financiamento acontece por meio dos bancos e não do governo federal.

Nesse caso, qualquer pessoa com a renda determinada pode se cadastrar e não há critérios de seleção por meio de notas. É preciso apenas comprovar a documentação, matricula e assinar os contratos.

 Quanto devo pagar durante o curso?

O valor depende da renda de cada candidato. Exemplo, se um estudante se cadastrou com 50% do financiamento e sua mensalidade for R$ 900, ele terá que pagar R$ 450 por mês e o restante será pago somente após o curso, com juros e/ou correção da inflação.

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Eduarda Andrade
Maria Eduarda Andrade é mestranda em ciências da linguagem na Universidade Católica de Pernambuco, formada em Jornalismo pela mesma instituição. Enquanto pesquisadora, atua na área de políticas públicas, economia criativa e linguística, com foco na Análise Crítica do Discurso. No mercado de trabalho, passou por veículo impresso, sendo repórter do Diario de Pernambuco, além de assessorar marcas nacionais como Devassa, Heineken, Algar Telecom e o Grupo Pão de Açúcar. Atualmente, dedica-se à redação do portal FDR.
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