Minha Casa Minha Vida: ministro fala porquê projeto não saiu do papel

O programa Minha Casa Minha Vida pode sofrer modificações no próximo ano. De acordo com o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, o novo programa do governo ainda precisa ficar mais barato antes de ser oficialmente apresentado. De acordo com as previsões, o “Minha Casa Minha Vida” deixará de existir e vai dar lugar a uma nova solução.

Novo Minha Casa Minha recebe avaliação surpreendente sobre custos
Novo Minha Casa Minha recebe avaliação surpreendente sobre custos

Segundo avaliação interna, o programa está muito caro para o padrão que o governo gostaria. Por tal motivo, ainda não foi lançado. O ministro destaca que o foco do governo atualmente é reduzir os custos.

De acordo com ele, as despesas apresentadas pelos bancos ainda se mostram altas demais pelo que governo quer. Não é pretensão gastar muito para operacionalizar o programa.

Acesse também: Minha Casa Minha Vida: presidência e Congresso divergem sobre o programa

Para o novo modelo estima-se a criação de um sistema de “voucher” (um vale que assegura um crédito), em que as famílias receberão recursos para comprar, construir ou reformar a casa própria. Cada voucher será de R$ 60 mil.

A dinâmica funciona desta forma: o beneficiário poderá receber um voucher, ou seja, um documento comprobatório que dá direito ao pagamento por um produto.

Caberá aos selecionados a decisão sobre como a obra será tocada, o que pode incluir a escolha do engenheiro e a arquitetura do imóvel.

O público do programa são famílias com renda de até R$ 1.200 mensais. Hoje, a faixa 1 do “Minha casa, minha vida” atende famílias com renda de até R$ 1.800 mensais.

O governo, por sua vez, irá priorizar a população que vive em domicílios precários nos meios urbanos. Sendo a maior parte deles nos municípios com até 50 mil habitantes, de acordo com o ministro.

Canuto detalha a dinâmica do programa que deve obedecer o seguinte ponto: terreno deve ser disponibilizado pela prefeitura ou pelo governo do estado. Este ponto será um dos critérios para seleção as cidades que receberão o programa. O governo local poderá suplementar valor do voucher.

Depois da definição dos municípios que serão alvo do programa, o governo irá enviar técnicos para fazer uma pesquisa de campo sobre o mercado imobiliário do local e, por sua vez, identificar o tipo de voucher necessário para comprar imóvel usado, reformar ou até construir uma nova casa.

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