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Considerando o atual cenário de instabilidade econômica, o índice de pessoas com o nome sujo e com o crédito negativado está cada vez mais alto. Segundo dados do Serasa Experian, cerca de 60 milhões de pessoas apresentam irregularidades na consulta de seu CPF. Tal situação dificulta a autorização de empréstimos, porém o que muitos não sabem é que a Caixa Econômica Federal segue autorizando concessões sem consulta ao SPC e Serasa.

Empréstimo para negativados: Caixa oferece opção sem consulta ao SPC/Serasa
Empréstimo para negativados: Caixa oferece opção sem consulta ao SPC/Serasa
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O serviço pode ser feito por meio de suas linhas de empréstimos que visam conceder o valor solicitado. Ao disponibilizar uma quantia, espera-se que o credor possa se reorganizar financeiramente e saia do vermelho. Porém, como forma de segurança, o banco exige garantias para assegurar-se de que não terá prejuízo.

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Saiba como usufruir das modalidades de empréstimos sem consulta ao SPC e Serasa:

Penhor

O penhor é uma das opções mais fáceis para obter o empréstimo. Por meio dele o credor conseguirá o valor desejado por meio da comprovação de bens para deixar como garantia. Ou seja, caso ele não consiga reembolsar o banco, seu bem pode ser confiscado. Joias em ouro 12 quilates, relógios, metais nobres, perolas e outros bens podem ser utilizados como segurança.

O valor emprestado deve corresponder até a 85% do valor total do bem penhorado e em caso de inadimplência, o objeto irá para leilão, deixando o valor para a unidade bancária. Por meio do Penhor é possível solicitar concessões de até R$ 100 mil e suas taxas de juros são as mais baixas da modalidade.

Empréstimo com garantia do FGTS

A modalidade por meio do FGTS utiliza o benefício como uma garantia para o empréstimo. Nesse caso, o dinheiro que já está no nome do credor pela própria Caixa, será registrado como seguro. Ou seja, em caso de dívida, o banco ficará com o recurso do fundo de garantia livrando-se do prejuízo. Nesse caso, o valor total é de 10% do FGTS e a multa corresponde a 40% em caso de demissão sem justa causa.

COMENTÁRIOS

Maria Eduarda Andrade, mestranda em ciências da linguagem na Universidade Católica de Pernambuco, formada em Jornalismo pela mesma instituição. Enquanto pesquisadora, atua na área de políticas públicas, economia criativa e linguagens. No mercado de trabalho, já passou por veículo impresso, sendo repórter do Diario de Pernambuco, além de ter assessorado marcas nacionais como a Devassa, Heineken, Algar Telecom e o Grupo Pão de Açúcar. Atualmente, dedica-se à redação do portal FDR.