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Vítima algemada, agressora livre: o caso de racismo contra guarda-vidas revoltou Ubatuba

Por Moysés Batista
09/01/2026
Imagem do salva-vdas algemado, ao lado a publicação da prefeita de Ubatuba, Flávia Pascoal

Imagem: Reprodução

Na tarde de 8 de janeiro de 2026, um episódio grave ocorreu na Praia Grande e gerou forte repercussão nacional. Um guarda-vidas temporário, de 24 anos, sofreu agressões físicas e ofensas racistas enquanto exercia sua função.

Apesar disso, a Polícia Militar algemou a vítima, enquanto a agressora permaneceu livre no local, inclusive, batendo nele.

A situação , que gerou um caos entre os moradores, só avançou após intervenção direta da Prefeitura de Ubatuba.

Como o conflito começou?

O desentendimento teve início quando uma turista de 36 anos abordou os guarda-vidas em busca de uma criança desaparecida, identificada depois como seu neto.

No entanto, naquele momento, a equipe atuava em um procedimento de salvamento no mar, considerado prioridade absoluta pelos protocolos de segurança.

Por isso, os profissionais explicaram que não poderiam abandonar o posto. Ainda assim, a turista reagiu com impaciência. Em poucos minutos, o diálogo virou hostilidade aberta.

Ofensa racista agravou a ocorrência

Diante da negativa técnica, a mulher passou a proferir xingamentos. Em seguida, ela chamou o guarda-vidas de “macaco”, caracterizando crime de racismo segundo a legislação brasileira.

A partir desse ponto, o caso deixou de ser apenas um conflito verbal e passou a exigir atuação rigorosa das autoridades.

Abordagem policial inverteu papéis

Quando a Polícia Militar chegou, a situação se agravou. Vídeos gravados por banhistas mostram os agentes imobilizando e algemando o guarda-vidas, mesmo após relatos de agressão e racismo.

Enquanto o jovem permanecia no chão, algemado, a mulher desferiu chutes e socos em seu rosto. Além disso, os policiais demoraram a conter a agressora, o que gerou revolta imediata no local.

Essas imagens se tornaram o centro das críticas à conduta policial.

Prefeitura atuou para garantir prisão por racismo

Diante do risco de o caso ser registrado como “confusão mútua”, a Prefeitura de Ubatuba acionou sua equipe jurídica. O acompanhamento direto na delegacia garantiu o enquadramento correto do crime.

Com isso, a autoridade policial tipificou o caso como racismo, conforme a Lei nº 14.532/2023, que tornou a injúria racial imprescritível e inafiançável.

Em nota oficial, a prefeita Flávia Pascoal afirmou que o município não tolera ataques a servidores públicos e reforçou o compromisso com a proteção dos trabalhadores durante a alta temporada.

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O que o caso revela sobre racismo estrutural?

O episódio expõe falhas institucionais graves. Mesmo uniformizado e em serviço, o guarda-vidas foi tratado como suspeito. Por outro lado, a agressora manteve liberdade para continuar atacando.

Assim, o caso reacende o debate sobre racismo estrutural, responsabilidade do Estado e proteção de pessoas sob custódia policial.

O caso deixa Ubatuba em alerta para garantir segurança a quem salva vidas no litoral brasileiro.

Até o momento, os agressores estão presos e em caso de novas atualizações, traremos aqui neste artigo.

Moysés Batista

Moysés Batista

Moysés é Bacharel em Letras pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Além de ter entregue mais de 10 mil artigos em SEO nos últimos anos, tem se especializado na produção de conteúdo sobre benefícios sociais, crédito e notícias nacionais.

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