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Sequestro não é invasão: apostaram nos EUA, mas não receberam da Bet

Por Moysés Batista
07/01/2026
Imagem: Reprodução/RS/Fotos Públicas

Imagem: Reprodução/RS/Fotos Públicas

Um mercado de previsões movimentou milhões de dólares ao apostar em uma possível invasão dos Estados Unidos à Venezuela em 2026.

No entanto, mesmo após uma operação militar que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro, a plataforma Polymarket decidiu não pagar os contratos vencedores.

A decisão gerou revolta entre usuários e reacendeu o debate sobre transparência e regras em mercados de previsão baseados em cripto.

O que foi apostado no mercado da Polymarket?

Os contratos questionavam se os EUA “invadiriam” a Venezuela até datas específicas, como 31 de janeiro de 2026.

Ao todo, apostadores colocaram mais de US$ 10,5 milhões nesses mercados. Pouco antes da operação militar, as odds para um “sim” dispararam.

Além disso, um investidor anônimo aplicou cerca de US$ 30 mil e chegou a exibir lucro potencial superior a US$ 400 mil, o que levantou suspeitas de informação privilegiada.

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Por que a plataforma se recusou a pagar?

Segundo a Polymarket, a ação militar não cumpriu a definição contratual de “invasão”.

Nos termos do mercado, invasão significaria, principalmente, uma ofensiva com o objetivo explícito de estabelecer controle territorial.

Na interpretação da empresa, a captura de Maduro e o anúncio de uma administração temporária não configurariam esse cenário. Portanto, os contratos se liquidaram como “não”.

Como foi a reação dos apostadores e críticas públicas?

A decisão provocou forte reação nas redes sociais da plataforma. Usuários afirmaram que uma incursão militar com a captura de um chefe de Estado deveria, sim, ser considerada invasão.

Outros acusaram a empresa de “redefinir palavras conforme a conveniência”, argumentando que o mercado deixou de refletir previsões e passou a operar como um cassino, no qual a casa sempre vence.

O que diz a imprensa internacional?

O caso ganhou repercussão internacional e foi detalhado pelo The Guardian, que destacou o conflito entre a leitura jurídica dos contratos e a percepção pública do evento.

Reportagens também apontaram para o risco de vazamentos de informação e para a falta de mecanismos claros de contestação.

Por que esse episódio ganha relevância?

Além do prejuízo financeiro, o episódio expõe fragilidades de mercados de previsão sem regulamentação.

Afinal, definições ambíguas, decisões unilaterais e valores elevados em jogo aumentam o risco para usuários.

Em eventos políticos e geopolíticos reais, entretanto, a clareza contratual deixa de ser detalhe técnico e passa a ser essencial para a credibilidade do setor.

Moysés Batista

Moysés Batista

Moysés é Bacharel em Letras pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Além de ter entregue mais de 10 mil artigos em SEO nos últimos anos, tem se especializado na produção de conteúdo sobre benefícios sociais, crédito e notícias nacionais.

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