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Robôs humanoides começam a substituir funções em fábricas brasileiras; veja o que muda

Por Moysés Batista
18/11/2025
Um dos robôs humanoides em uma fábrica

Imagem: Geração/FDR

Os robôs já fazem parte do ambiente industrial há décadas. Porém, agora, uma nova geração de robôs humanoides, equipada com inteligência artificial, visão computacional e capacidade de locomoção, começa a entrar em tarefas que antes exigiam presença humana.

Embora a adoção no Brasil ainda esteja no início, o movimento ganha força globalmente e pressiona a indústria nacional.

Essa expansão acontece, sobretudo, porque empresas buscam mais produtividade e segurança. Além disso, a dificuldade em preencher vagas industriais – especialmente em funções repetitivas ou perigosas – acelera a adoção de robôs com formato similar ao humano e capazes de interagir com ambientes complexos.

O que são robôs humanoides e por que eles estão avançando?

Os humanoides industriais são máquinas projetadas para imitar gestos humanos.

Eles caminham, manipulam peças, carregam objetos e fazem tarefas que exigem precisão. Além disso, aprendem com sensores e modelos de IA, o que permite adaptação contínua.

Um dos robôs humanoides em uma fábrica
Robôs humanoides começam a substituir funções em fábricas brasileiras ─ Imagem: Geração/FDR

Alguns fatores impulsionam a tendência:

  • Evolução da IA física: robôs agora compreendem ambientes reais com mais precisão.

  • Custo de produção menor: fábricas asiáticas já iniciam produção em massa.

  • Pressão por eficiência: empresas buscam reduzir falhas e aumentar a escala.

  • Segurança: tarefas arriscadas começam a migrar dos humanos para as máquinas.

Internacionalmente, marcas como UBTECH, com o modelo Walker S2, e a sueca Hexagon, com o robô AEON, já demonstram aplicações reais em montagem, inspeção e logística.

Esses projetos criam o modelo que, pouco a pouco, tende a chegar aqui.

A adoção no Brasil: primeiros sinais e dificuldades

Apesar do grande interesse, o uso de robôs humanoides em fábricas brasileiras ainda é limitado. Por enquanto, as empresas nacionais apostam mais em automação tradicional, como: braços robóticos, esteiras inteligentes e robôs colaborativos (“cobots”). Porém, isso começa a mudar.

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Alguns setores despontam como potenciais pioneiros:

  • Automotivo, por causa das linhas de montagem complexas.

  • Metalurgia, onde há tarefas de risco térmico.

  • Alimentos e bebidas, com alta repetição de processos.

  • Logística interna, especialmente em centros de distribuição.

Entretanto, o avanço depende de alguns ajustes. O Brasil enfrenta custos altos de importação, falta de profissionais especializados e infraestrutura ainda desigual.

Além disso, muitas fábricas atuam com equipamentos antigos, o que limita a integração com humanoides de nova geração.

Mesmo assim, o cenário é visto como inevitável. À medida que os humanoides ficam mais baratos e versáteis, as empresas que aderirem cedo tendem a ganhar vantagem no mercado.

Um robô no meio da fábrica
Robôs humanoides começam a substituir funções em fábricas brasileiras ─ Imagem: Geração/FDR

Impacto para trabalhadores e empresas

Inicialmente, os humanoides devem assumir tarefas repetitivas, pesadas e perigosas, liberando pessoas para funções de supervisão, programação, manutenção e análise.

Além disso, podem reduzir falhas e elevar a produtividade.

Por outro lado, existe o risco de substituição rápida em setores com baixa qualificação. Sem políticas de capacitação, alguns grupos podem enfrentar dificuldade para se recolocar.

Portanto, especialistas defendem que o avanço deve vir acompanhado por treinamentos e incentivos governamentais. No ambiente empresarial, os efeitos ainda incluem:

  • Redução de acidentes.

  • Ritmo maior na produção.

  • Menos dependência de turnos noturnos.

  • Operações contínuas e mais previsíveis.

Os robôs humanoides marcam uma nova etapa da indústria moderna. Embora o Brasil ainda esteja nos estágios iniciais dessa transformação, o movimento global aponta que a adoção será inevitável.

Empresas que entenderem esse processo cedo poderão ganhar competitividade.

Já os profissionais precisarão de qualificação constante para acompanhar esse novo cenário, em que humanos e máquinas vão, cada vez mais, dividir o mesmo espaço.

Moysés Batista

Moysés Batista

Moysés é Bacharel em Letras pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Além de ter entregue mais de 10 mil artigos em SEO nos últimos anos, tem se especializado na produção de conteúdo sobre benefícios sociais, crédito e notícias nacionais.

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