A isenção do IPTU para aposentados continua válida em 2026 e pode gerar uma economia relevante no orçamento mensal.
No entanto, o benefício não é automático e depende do envio correto da documentação à prefeitura.
Por isso, entender quem tem direito e quais comprovantes são necessários, evita atrasos, indeferimentos e perda do prazo.
Quem tem direito à isenção do IPTU em 2026?
A concessão do benefício varia conforme cada município, porém os critérios costumam ser semelhantes em todo o país. Em geral, é necessário:
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Ser aposentado ou pensionista do INSS ou de outro regime oficial
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Possuir apenas um imóvel
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Utilizar o imóvel como residência própria
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Ter renda mensal dentro do limite estabelecido pela prefeitura
Além disso, alguns municípios exigem que o imóvel esteja registrado exclusivamente no nome do beneficiário.
Quais documentos são exigidos para solicitar a isenção do IPTU?
A lista pode variar conforme a cidade, mas normalmente inclui os seguintes itens.
- Documentos pessoais
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RG e CPF (cópia e original)
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- Comprovação de aposentadoria
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Extrato ou carta de concessão do INSS
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Comprovante de recebimento do benefício atualizado
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- Comprovação de renda
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Extratos bancários recentes
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Declaração do Imposto de Renda, se houver
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Outros comprovantes solicitados pela prefeitura
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- Comprovação do imóvel
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Certidão ou matrícula atualizada do imóvel
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Carnê do IPTU
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Declaração de único imóvel, assinada pelo solicitante
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- Comprovação de residência
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Conta de água, luz ou telefone emitida nos últimos 90 dias
- Formulário municipal
- Requerimento de isenção fornecido pela prefeitura, preenchido e assinado
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Como solicitar a isenção do IPTU?
O pedido deve ser feito diretamente junto à prefeitura onde o imóvel está localizado. Mas na maioria das vezes, o processo envolve:
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Separar toda a documentação
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Preencher o formulário oficial
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Protocolar o pedido presencialmente ou pela internet
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Acompanhar a análise do processo
Atualmente, muitas cidades já oferecem abertura digital do pedido pelo portal do contribuinte.
Existe prazo para solicitar?
Sim. Cada município define seu próprio calendário, que geralmente ocorre entre o fim de um ano e o primeiro trimestre do ano seguinte.
Quem perde o prazo costuma ter que aguardar o próximo exercício para solicitar novamente. Por isso, acompanhar os comunicados da prefeitura é essencial.
A isenção é definitiva?
Não. Em muitos municípios, o benefício precisa ser renovado periodicamente ou pode ser cancelado caso a renda aumente ou o imóvel seja transferido.
Manter os dados atualizados evita surpresas futuras.
Outra forma de evitar surpresas, é acompanhando as atualizações diárias que trazemos para você aqui, no FDR – Tendências!





