O golpe do número desconhecido voltou a crescer e já preocupa bancos, seguradoras e órgãos públicos.
Cansada da rotina também? Nova tendência traz luxo de hotéis para dentro de casa Xiaomi confirma surpresa suprema para dois celulares da linha Redmi Note 12 Rejeitar chamadas de spam aumenta ligações? Especialista em IA faz alerta Duvido seu banheiro não ficar brilhando só com estes itens que já estão aí na sua casa
Além disso, golpistas agora estão se passando pela própria Central 135 do INSS, enganando aposentados e pensionistas com falsas mensagens sobre prova de vida.
O que Stephen Hawking quis dizer ao falar sobre não desistir da vida China testa porta-contêineres com mísseis e revela nova estratégia militar modular Prevenção do Alzheimer passa por uma boa noite de sono — saiba quantas horas são necessárias Nova lei obriga supermercados de MS a oferecer carrinhos adaptados a partir de 2026
Esse cenário exige atenção redobrada, porque os criminosos usam técnicas mais sofisticadas, como mascarar números e simular atendimentos oficiais.
Golpe do número desconhecido: por que voltou a crescer?
O golpe do número desconhecido não é novo, porém voltou a se expandir rapidamente. De acordo com levantamentos recentes de entidades financeiras, o número de tentativas de fraude envolvendo chamadas telefônicas aumentou em ritmo acelerado desde 2024.
-
De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), houve crescimento de cerca de 165% no número de golpes virtuais entre 2020 e 2023.
-
Outro levantamento aponta que a proporção de pessoas que sofreram golpes ou tentativas subiu de 33% em setembro de 2024 para 38% em março de 2025 no Brasil.
Além disso, especialistas identificam que criminosos passaram a usar spoofing, tecnologia que permite exibir na tela do celular um número diferente do real — muitas vezes parecido com o do banco.
Esse tipo de ligação geralmente pressiona a vítima com frases como:
-
“Detectamos uma transação suspeita.”
-
“Sua conta será bloqueada.”
-
“Confirme seus dados para evitar golpe.”
O objetivo é sempre o mesmo: levar a pessoa a entregar informações sensíveis, instalar aplicativos de acesso remoto ou liberar transferências.
Porém, nenhum banco liga pedindo senhas, códigos ou autorizações de transação. Quando isso acontece, trata-se de golpe.
INSS alerta: golpistas fingem ser atendentes da Central 135
Paralelamente ao golpe bancário, cresce um segundo tipo de fraude: criminosos têm se passado por atendentes da Central 135 para enganar segurados sobre a prova de vida.
Segundo o Governo Federal, os golpistas enviam mensagens ou fazem ligações dizendo que o benefício será suspenso. Em seguida, pedem que o segurado digite um número ou confirme dados pessoais.
No entanto, o INSS reforça que não realiza prova de vida por telefone, nunca pede senha e não solicita instalação de aplicativos.
Além disso, desde a mudança nas regras, a prova de vida passou a ser feita automaticamente, por cruzamento de dados. Apenas quem recebeu aviso no extrato bancário deve se regularizar.
Golpistas exploram justamente essa falta de familiaridade dos beneficiários com o novo modelo para criar um senso de urgência — e, assim, conseguir informações que permitem fraudar contas ou acessar benefícios.
Por que os golpistas têm conseguido enganar tanta gente?
Há três fatores principais:
-
Confiança no número exibido na tela
Muitos idosos acreditam que, se o número aparece como “135” ou um telefone do banco, a ligação é verdadeira. -
Uso de linguagem técnica
Criminosos estudam termos e procedimentos para parecerem profissionais. -
Sensação de urgência
Ao dizer que é “a última chance” para evitar bloqueio, as vítimas reagem impulsivamente.
Além disso, o público idoso costuma ser o mais afetado, já que esse grupo tende a confiar mais em chamadas telefônicas e tem menos familiaridade com golpes digitais.
