A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou que a bandeira tarifária permanecerá amarela durante o mês de julho.
A decisão impacta diretamente o bolso dos consumidores, que continuarão a ver um acréscimo em suas contas de luz.
A manutenção da bandeira amarela indica condições menos favoráveis na geração de energia no país, reflexo do período seco que afeta os reservatórios das hidrelétricas e exige o acionamento de usinas termelétricas, mais custosas.
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O valor adicional será de R$ 1,885 para cada 100 kWh consumidos.
Este é o terceiro mês consecutivo com a bandeira amarela, uma situação que, embora represente um custo extra, é menos onerosa do que no ano anterior.
Em 2025, por exemplo, a bandeira vermelha, com acréscimos mais significativos, esteve em vigor por vários meses.
O custo da energia elétrica é um componente relevante na inflação brasileira. Em junho, o aumento na conta de luz já havia gerado um impacto considerável no IPCA-15, o índice prévia da inflação.
A expectativa é que a bandeira amarela continue exercendo pressão, ainda que moderada, sobre os preços.
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A bandeira amarela é acionada quando as condições de geração de energia se tornam menos favoráveis, exigindo um custo adicional para manter o suprimento.
Embora não seja o patamar mais alto, representa um aumento em relação à bandeira verde, que não gera custos extras.
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