O presidenciável Romeu Zema (Novo) gerou polêmica ao afirmar que, caso eleito, pretende condicionar o recebimento do Bolsa Família a exigências específicas para homens, como a conclusão de estudos e a realização de cursos técnicos.
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Segundo ele, o país estaria “criando uma geração de imprestáveis” ao não impor tais requisitos.
A declaração, feita durante um evento com empresários em Brasília, sugere que as mulheres teriam “outras atribuições em casa” e, portanto, não seriam submetidas às mesmas condições.
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Zema argumentou que muitos beneficiários não buscam trabalho por terem a segurança do recebimento do auxílio.
A fala de Zema contrasta com pesquisas recentes, como uma da FGV, que indicam que a maioria dos jovens beneficiários do Bolsa Família concluíram seus estudos.
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Além disso, o FMI apontou que o programa não tem impactado negativamente a participação feminina no mercado de trabalho.
O pré-candidato também defendeu outras pautas econômicas, como a reforma da Previdência e a revisão de programas sociais, além de defender o regime de trabalho pago por hora e a privatização de estatais.
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