A notícia que acaba de ser confirmada pelo Governo Federal pegou muitos trabalhadores de surpresa.
Uma nova fase do programa de renegociação de dívidas, focada em famílias endividadas, autoriza o uso de parte do saldo do FGTS para auxiliar na quitação de débitos.
A medida, batizada de “Novo Desenrola Brasil – Famílias”, permitirá que trabalhadores utilizem até 20% do saldo disponível no FGTS, ou até R$ 1 mil, o que for maior, para pagamento ou redução de dívidas bancárias.
A iniciativa tem como objetivo principal combater a inadimplência no país, oferecendo descontos que podem chegar a 90%.
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O programa é destinado a pessoas físicas com renda mensal de até cinco salários mínimos.
Para participar, o trabalhador deve ter dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026, estar inadimplente entre 90 dias e dois anos, e possuir débitos relacionados a cartão de crédito, cheque especial ou crédito pessoal.
A renegociação será feita diretamente com os bancos participantes. A autorização para o uso do saldo do FGTS será realizada diretamente pelo aplicativo oficial do fundo.
Após essa etapa, as instituições financeiras poderão consultar os valores e solicitar à Caixa Econômica Federal a utilização parcial para amortização ou quitação das dívidas.
O limite total reservado para esta modalidade de saque extraordinário é de R$ 8,2 bilhões, com pedidos sendo liberados por ordem de solicitação.
Uma consequência importante para quem aderir é a suspensão temporária do saque-aniversário. O retorno a essa modalidade só ocorrerá após a recomposição total do valor retirado da conta.
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