A partir de 30 de maio, o Rio de Janeiro implementará uma grande mudança no transporte público: o fim do uso de dinheiro em espécie para o pagamento de passagens de ônibus.
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A notícia, anunciada pelo prefeito Eduardo Cavaliere, pegou muitos passageiros de surpresa e gerou apreensão.
A decisão visa aumentar a segurança e a eficiência do sistema, concentrando as transações no uso do cartão Jaé.
Segundo a prefeitura, apenas 9,2% dos passageiros ainda utilizam dinheiro, o que representa uma economia diária de mais de R$ 1,3 milhão em espécie que deixará de circular nos coletivos.
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A medida, que já foi testada com sucesso em outras cidades como Distrito Federal, Campinas e Florianópolis, busca agilizar o embarque, permitir que os motoristas se concentrem exclusivamente na condução e reduzir os riscos de assaltos.
O prefeito ressaltou que a possibilidade de pagar com dinheiro não acaba, mas será feita através de máquinas de autoatendimento e do aplicativo.
Detalhes da mudança:
- Data de Início: 30 de maio de 2026.
- Pagamento aceito: Exclusivamente via cartão Jaé (preto) ou pelo aplicativo.
- Linha teste: A linha 634 já opera sem dinheiro em espécie desde o último domingo.
- Onde adquirir o cartão Jaé: Máquinas de autoatendimento em estações de BRT, VLT e metrô, além de pontos credenciados e postos de atendimento. O custo é de R$ 5 (reembolsável).
- Recarga: Em máquinas de autoatendimento, pontos credenciados, bilheterias de terminais BRT, Pix ou cartão de crédito pelo aplicativo.
- Integração: Restrita ao cartão Jaé preto ou ao aplicativo. O cartão verde (avulso) não permitirá mais a integração.
A prefeitura orienta que os passageiros que ainda utilizam dinheiro ou o cartão verde façam a transição para o cartão Jaé ou o uso do aplicativo o quanto antes para evitar transtornos.
A migração para o cadastro digital é vista como essencial para a continuidade do acesso ao transporte público com os benefícios tarifários.
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