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Bolsa Família 2026: 6 estados já passam de R$ 700; veja se o seu ficou para trás

Cartão do Bolsa Família na mão de uma mãe

O Bolsa Família de março de 2026 começou a ser pago para 18,73 milhões de famílias em todo o país, com valor médio nacional de R$ 683,75. Mesmo assim, o mapa dos repasses mostra que parte do Brasil já abriu vantagem: seis estados passaram da barreira dos R$ 700 por família neste mês.

Cartão do Bolsa Família na mão de uma mãe
Bolsa Família 2026: 6 estados já passam de R$ 700 ─ Imagem: Reprodução

Os maiores valores médios estão concentrados no Norte e em parte do Nordeste. No topo aparece Roraima, com R$ 751,82, seguida por Amazonas (R$ 740,51), Acre (R$ 728,59), Amapá (R$ 726,79), Pará (R$ 705,93) e Maranhão (R$ 702,44).

Quais estados já superaram R$ 700 no Bolsa Família?

A lista oficial de março confirma que apenas seis unidades da federação romperam essa marca. Isso mostra uma diferença importante entre os pagamentos médios do programa pelo país.

Estado Valor médio
Roraima R$ 751,82
Amazonas R$ 740,51
Acre R$ 728,59
Amapá R$ 726,79
Pará R$ 705,93
Maranhão R$ 702,44

Enquanto isso, o valor médio brasileiro ficou em R$ 683,75, abaixo da linha dos R$ 700. Ou seja, quem mora nesses seis estados recebeu, em média, um benefício maior do que a média nacional.

Norte dispara e Nordeste lidera em número de famílias

No recorte por regiões, o Norte teve o maior valor médio, com R$ 716,69, o que ajuda a explicar a presença de quatro estados da região no topo do ranking. Já o Nordeste teve média de R$ 677,60, mas segue como a região com mais famílias contempladas: 8,76 milhões.

O Sudeste aparece com média de R$ 678,06, o Sul com R$ 679,59 e o Centro-Oeste com R$ 693,08. Nenhuma dessas regiões, porém, superou a média do Norte.

Os dados regionais também mostram que o programa segue com grande alcance nacional, chegando aos 5.570 municípios com investimento total de R$ 12,76 bilhões em março.

O que explica a diferença entre os valores

O valor recebido por cada família muda conforme a composição do lar. O programa prevê adicionais de R$ 150 por criança de até 6 anos e de R$ 50 para crianças e adolescentes de 7 a 18 anos, além de gestantes e nutrizes. Por isso, a média final varia entre estados e regiões.

Na prática, o ranking de março mostra um retrato claro: enquanto parte do país ainda ficou abaixo da média dos estados líderes, seis estados já entraram em outro patamar no Bolsa Família de 2026.

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