A mpox voltou a aparecer no radar das autoridades brasileiras em 2026, com novos registros confirmados em diferentes estados. Embora o número atual ainda seja considerado controlado, especialistas reforçam que a prevenção imediata reduz drasticamente o risco de transmissão.

Desde o primeiro caso confirmado no país, em junho de 2022, o Brasil acumulou quase 12 mil registros da doença. Esse histórico explica por que especialistas reforçam a prevenção, mesmo em períodos de baixa circulação.
Hoje, o principal objetivo da vigilância sanitária é impedir que pequenas cadeias de transmissão evoluam para uma nova onda maior.
Histórico da mpox no Brasil revela padrão de queda e circulação persistente
O surto de mpox no Brasil começou com forte intensidade e depois entrou em desaceleração progressiva. Ainda assim, os números mostram que o vírus permaneceu ativo ao longo dos anos seguintes:
| Ano | Número aproximado de casos | Contexto epidemiológico |
|---|---|---|
| 2022 | mais de 10.000 casos | início do surto global e rápida disseminação no Brasil |
| 2023 | mais de 10.600 acumulados | desaceleração, mas transmissão ainda ativa |
| 2024 | cerca de 700 novos casos | circulação residual e controle maior |
| 2025 | entre 425 e 541 casos | fase considerada estável e monitorada |
| 2026 | cerca de 48 a 62 casos (até fevereiro) | reativação leve e vigilância reforçada |
Esse comportamento indica uma transição importante. O vírus deixou de provocar uma emergência ampla, porém continuou circulando em níveis baixos.
Na prática, isso significa que novos casos ainda podem surgir, principalmente em grandes centros urbanos ou após viagens internacionais.
O que é a mpox e como ocorre a transmissão hoje
A mpox é uma infecção viral causada por um vírus da mesma família da varíola. Apesar de geralmente apresentar menor gravidade, ela exige atenção devido à capacidade de transmissão por contato direto. Os principais sintomas incluem:
- Lesões ou bolhas na pele
- Febre
- Cansaço
- Inchaço dos gânglios
- Dores musculares
A transmissão ocorre principalmente por:
- Contato direto com lesões
- Contato físico próximo com pessoa infectada
- Compartilhamento de objetos contaminados
Por isso, o diagnóstico precoce continua sendo uma ferramenta essencial de controle.
Como se proteger da mpox em 2026 e reduzir o risco de infecção
A prevenção depende, sobretudo, de medidas simples e imediatas. Pequenas ações reduzem significativamente o risco de transmissão, como:
| Medida preventiva | Impacto na proteção |
|---|---|
| Evitar contato com lesões suspeitas | reduz o principal meio de transmissão |
| Não compartilhar objetos pessoais | evita contaminação indireta |
| Higienizar as mãos regularmente | diminui o risco de infecção |
| Procurar atendimento ao notar sintomas | permite isolamento precoce |
| Evitar contato físico com infectados | interrompe a cadeia de transmissão |
O momento atual não representa um cenário de emergência como em 2022. No entanto, o histórico recente mostra que o vírus permanece presente e pode voltar a crescer se a prevenção falhar.
Por isso, manter atenção aos sintomas da mpox e adotar cuidados básicos continua sendo a forma mais eficaz de proteção.
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