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Donald Trump confirma que Charlie Kirk morreu

O influenciador conservador Charlie Kirk foi atingido por um disparo durante sua apresentação na Utah Valley University, em Orem, na quarta-feira (10).

O ataque ocorreu pouco depois do início da palestra da “American Comeback Tour”, o que, sem dúvida, gerou muito pânico entre os presentes.

Testemunhas relataram que o tiro partiu de um prédio a cerca de 200 metros do local. Imagens gravadas por celulares, inclusive, mostram Kirk se afastando com a mão no pescoço, enquanto parte do público buscava abrigo.

As autoridades confirmaram que ele foi levado em estado crítico a um hospital da região. FBI e ATF já assumiram a investigação, que ainda não identificou o responsável pelo disparo.

Trump anuncia a morte de Kirk

Poucas horas após o ataque, o ex-presidente e candidato republicano Donald Trump publicou em suas redes sociais que Charlie Kirk havia falecido. Segundo ele, o aliado não resistiu aos ferimentos.

A confirmação, de fato, gerou comoção imediata entre apoiadores do influenciador. E claro, intensificou o debate sobre a escalada da violência política nos Estados Unidos.

Charlie Kirk palestrando
Charlie Kirk ─ Imagem: Reprodução/Tess Crowley/The Deseret News via A

Apesar da mensagem de Trump, autoridades locais não emitiram até o momento um boletim oficial confirmando o óbito.

Quais foram as reações políticas? E a investigação?

O episódio provocou forte repercussão em todo o país. Republicanos como JD Vance e Mike Johnson manifestaram solidariedade, enquanto democratas, entre eles Kamala Harris e Hakeem Jeffries, condenaram veementemente o atentado.

O governador de Utah, Spencer Cox, afirmou que haverá punição para os responsáveis e pediu unidade nacional contra ataques motivados por política.

Já a Utah Valley University lamentou o ocorrido e com isso, reforçou medidas de segurança no campus.

O caso ainda está em investigação e permanece cercado de informações contraditórias. Enquanto a mensagem de Donald Trump aponta para a morte de Charlie Kirk, outras fontes começam a se manifestar também.

De todo modo, o episódio expõe novamente a crescente tensão política nos Estados Unidos em ano eleitoral. Isso levanta questionamentos sobre segurança em eventos públicos e os riscos para figuras de destaque no cenário conservador.

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