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Marca de medicamento famosa é proibida pela Anvisa: “produtos proibidos não possuem regularização sanitária”

Agente da Anvisa retirando a Marca de medicamento da prateleira

Recentemente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou a Resolução-RE 2.425. Ela, por sua vez proíbe a fabricação, distribuição, comercialização, propaganda e uso de diversos produtos fabricados pela empresa Mush Mush Club Ltda.

Dessa forma, a medida afeta os cogumelos Mushdrops, que se destacam por suas supostas propriedades medicinais.

No entanto, a proibição se baseia na falta de regularização sanitária e na comercialização dos produtos. Afinal, traz características de medicamentos sem a devida autorização.

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O que motivou a proibição dos produtos Mushdrops?

A decisão da Anvisa se baseia na ausência de autorização da empresa para a fabricação desses produtos. Há um destaque, sobretudo, para a falta da Autorização de Funcionamento (AFE) necessária para a produção de medicamentos.

Além disso, a Anvisa constatou que os produtos estavam sendo comercializados como se fossem medicamentos. No entanto, não tem comprovação de eficácia ou oferece segurança ao usuário.

Os cogumelos afetados pela medida incluem:

Agente da Anvisa retirando a Marca de medicamento da prateleira
Imagem: Geração/FDR

Cogumelos como ingrediente de medicamentos

De todo modo, é importante notar que vai além dos problemas com a regulamentação da empresa.

Isso porque alguns cogumelos entre os produtos da Mush Mush Club, como o “juba de leão”, não possuem autorização para comercialização. Se aplica tanto como alimentos ou como ingredientes em suplementos alimentares.

A fiscalização sobre os produtos Mushdrops

A fiscalização será aplicada de forma ampla, atingindo todos os lotes dos produtos. Isso também afeta qualquer pessoa física ou jurídica que continuar distribuindo ou divulgando os cogumelos da marca Mushdrops.

Isso inclui também os veículos de comunicação que promovam esses itens sem comprovação de conformidade regulatória.

A decisão da Anvisa chega assim, como um lembrete de como é essencial que produtos, que se apresentam como medicamentos, sigam todas as normas.

Sejam elas de segurança ou regulamentação estabelecidas pelas autoridades sanitárias. Sem a devida autorização e sem comprovação de eficácia, os consumidores podem correr sérios riscos ao utilizar esses produtos.

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