SãO PAULO (SP) — O anúncio da autorização do reajuste dos remédios pegou de surpresa muitos brasileiros que realizam a compra de medicamentos de forma regular. No entanto, apesar da liberação do aumento, o índice aprovado trouxe alegria para os consumidores.

Isso porque o reajuste dos remédios aprovado para o ano de 2025 ficou abaixo da inflação acumulada durante o último ano.
Como o aumento do salário mínimo neste ano ficou acima da inflação, o impacto do reajuste no bolso do consumidor será significativamente menor.
De acordo com o comunicado realizado pelo Governo Federal, o reajuste aprovado é o menor dos últimos oito anos.
Entenda como funciona o reajuste de remédios:
- Para este ano, o valor médio do aumento será de 3,83%;
- O índice foi aprovado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos;
- De acordo com o Governo Federal, a regulação no aumento é realizada com o objetivo de proteger os consumidores;
- A taxa máxima a ser praticada foi definida da seguinte forma:
- Aumento de até 5,06% para medicamentos com concorrência;
- Aumento de até 3,83% para medicamentos de média concorrência;
- Aumento de até 2,60% para medicamentos de pouca ou nenhuma concorrência;
- No entanto, vale lembrar que o reajuste não é praticado de forma automática;
- Isso porque cada fornecedor deverá definir o seu novo preço, respeitando o limite do aumento;
- Em seguida, o novo valor será repassado para as farmácias e, por fim, para os consumidores.
Segundo a especialista do FDR, Lila Cunha, é importante que o consumidor busque alternativas para economizar.
Para tal, é possível contar com alguns descontos que costumam ser oferecidos para as farmácias.
Em alguns estabelecimentos comerciais, o abatimento é liberado mediante cadastro na farmácia.
Em outros casos, cidadãos que possuem convênios com planos de saúde podem ser beneficiados com os descontos.
Por isso, é essencial que o comprador busque as alternativas disponíveis para reduzir o impacto do reajuste no bolso.