As expectativas são de que a conta de luz dos brasileiros aumente no próximo mês, em setembro. O motivo é que a bandeira tarifária amarela passará a ser aplicada sobre as faturas, e a partir disso aumenta o preço cobrado pelo consumo das residências.
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(Foto: Jeane de Oliveira/FDR)
A falta de chuva está sendo percebida em todo país, embora as temperaturas estejam mais baixas em algumas localidades, o tempo continua seco. Por conta disso, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) deve implementar a bandeira amarela na conta de luz.
O valor da fatura começa a pesar mais no bolso dos consumidores porque os custos para gerar energia elétrica também são maiores para o governo. Com isso, quanto maior for o uso de energia daquele consumidor, mais ele terá que pagar.
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- Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo.
- Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 1,885 para cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos.
- Bandeira vermelha – Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 4,463 para cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos.
- Bandeira vermelha – Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 7,877 para cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos.
Além da seca, a mudança na geração de energia elétrica no segundo semestre do ano, com alta da participação da solar e eólica, que já responde por 31,4% da geração, também deve encarecer o valor da conta de luz.
Ainda assim, as expectativas são de que a bandeira amarela dure por pouco tempo e que as volte a chover na primavera e verão.