Idosos são surpreendidos com novas regras e podem perder a CNH

Mudanças no Código Nacional de Trânsito podem fazer os idosos perderem a CNH. Para evitar a perda do documento é importante ficar atento às alterações e não perder o prazo. Entenda melhor.

Idosos são surpreendidos com novas regras e podem perder a CNH (Foto: Jeane de Oliveira/ FDR)

No Brasil o documento básico para dirigir ou pilotar é a Carteira Nacional de Habilitação. Ela pode ser tirada a partir dos 18 anos de idade e precisa ser renovada segundo o prazo de validade. Recentemente algumas mudanças foram feitas no Código Nacional de Trânsito e afetam, principalmente, os idosos, que agora têm um risco aumentado de perdem a CNH.

O que é necessário para tirar a CNH?

A Carteira Nacional de Habilitação é emitida pelo Detran quando o condutor é aprovado em todas as cinco etapas obrigatórias, são elas:

  • Exame de aptidão física e mental com avaliação psicológica;
  • Curso técnico-teórico, que tem carga horária de 45 horas/aula;
  • Prova teórico-técnica;
  • Curso prático de direção, que tem carga horária mínima de 20 horas;
  • Exame de prática de direção.

Vale lembrar que os cidadãos precisam pagar pelas etapas de obtenção da Carteira Nacional de Habilitação. Mas, a especialista do FDR, Lila Cunha, te ajuda a conquistar a CNH sem pagar nada, veja.

Mudanças na CNH

A mudança que mais afeta os idosos é a alteração do prazo de validade do documento, que depende da idade do condutor, confira:

  • Até 49 anos: renovação a cada 10 anos;
  • Entre 50 e 69 anos: renovação a cada 5 anos;
  • Mais de 70 anos: renovação a cada 3 anos.

No caso da CNH Provisória a validade é de 1 ano, independentemente da idade do condutor.

Recentemente um importante projeto que pode reduzir o valor da CNH em todo o país foi divulgado, saiba mais..

Quer saber quais são os estados que já oferecem a Carteira Nacional de Habilitação gratuitamente? Então, acesse essa pauta e confira.

 

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Jamille NovaesJamille Novaes
Baiana, formada em Letras Vernáculas pela UESB, pós-graduada em Gestão da Educação pela Uninassau. Apaixonada por produção textual, já trabalhou como corretora de redação, professora de língua portuguesa e literatura. Atualmente se dedica ao FDR e a sua segunda graduação.