Reajuste do salário mínimo para R$ 1.640 começa nos próximos dias; veja se você tem direito

Acaba de ser aprovado um reajuste do salário mínimo para R$ 1.640. Representando um aumento de 16,1% em relação aos R$ 1.412 definidos pelo governo federal. O novo valor representa importante conquista para diversas categorias.  Veja quais são elas e se você terá direito ao novo valor.

Reajuste do salário mínimo para R$ 1.640 começa nos próximos dias; veja se você tem direito (Foto: Jeane de Oliveira/ FDR)

Boa notícia para os trabalhadores, o reajuste do salário mínimo para R$ 1.640 acaba de ser aprovado e o novo valor será iniciado em breve. A expectativa é de que 70 classes de trabalhadores recebam o novo valor. Desde o ano passado os cuidadores de idosos estão incluídos nesses grupos.

Novo salário mínimo de R$ 1.640

  • Muita gente não sabe, mas os estados têm liberdade para definirem seus pisos salariais, basta que respeitem o piso nacional.
  • A partir disso, desde 2007 o estado de São Paulo possui o salário mínimo paulista, um piso salarial válido nas cidades do estado.
  • Os R$ 1.640 do novo salário mínimo paulistarepresentam um aumento de 5,8% em relação ao valor definido em 2023, que foi de R$ 1.550. E estão 16% acima do piso nacional.
  • Com a aprovação da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) o piso salarial do estado começa a valer logo após a sanção do governador, Tarcísio de Freitas.

Quem tem direito ao salário mínimo paulista?

  • Barboys
  • Barmen
  • Administradores agropecuários e florestais
  • Agentes técnicos em vendas e representantes comerciais
  • Ajustadores mecânico
  • Ascensoristas
  • Atendentes e comissários de serviços de transporte de passageiros
  • Auxiliares de serviços gerais de escritório
  • Barbeiros
  • Cabeleireiros
  • Cedetizadores
  • Chapeadores
  • Chefes de serviços de transportes e de comunicações
  • Classificadores de correspondência e carteiros
  • Cobradores de transportes coletivos
  • Contínuos
  • Cuidadores de idosos
  • Cumins
  • Datilógrafos
  • Digitadores
  • Empregados não especializados do comércio, da indústria e de serviços administrativos
  • Encanadores
  • Fiandeiros
  • Garçons
  • Joalheiros
  • Lavadeiros
  • Manicures e pedicures
  • Mensageiros e trabalhadores de serviços de limpeza e conservação
  • Montadores de estruturas metálicas
  • Montadores de máquinas
  • Motoboys
  • Operadores de estação de rádio e de estação de televisão, de equipamentos de sonorização e de projeção cinematográfica.
  • Operadores de instalações de processamento químico e supervisores de produção e manutenção industrial
  • Operadores de máquinas de escritório
  • Operadores de máquinas e implementos agrícolas e florestais, de máquinas da construção civil, de mineração e de cortar e lavrar madeira
  • Operadores de telefone e de “telemarketing”
  • Ourives
  • Pedreiros
  • Pescadores
  • Pintores
  • Serventes
  • Soldadores
  • Supervisores de compras e de vendas
  • Tecelões
  • Telefonistas
  • Tingidores
  • Tintureiros
  • Trabalhadores agropecuários e florestais
  • Trabalhadores de costura e estofadores
  • Trabalhadores de curtimento
  • Trabalhadores de movimentação e manipulação de mercadorias e materiais e trabalhadores não especializados de minas e pedreiras
  • Trabalhadores de preparação de alimentos e bebidas, de fabricação e confecção de papel e papelão
  • Trabalhadores de redes de energia e de telecomunicações
  • Trabalhadores de serviços de higiene e saúde
  • Trabalhadores de serviços de manutenção de áreas verdes e de logradouros públicos
  • Trabalhadores de serviços de turismo e hospedagem
  • Trabalhadores domésticos
  • Trabalhadores em serviços de proteção e segurança pessoal e patrimonial
  • Vendedores
  • Vidreiros e ceramistas

De acordo com a especialista do FDR, Laura Alvarenga,, o salário mínimo de 2025 poderá ser acima dos R$ 1.900, confira o valor previsto

 

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Jamille Novaes
Baiana, formada em Letras Vernáculas pela UESB, pós-graduada em Gestão da Educação pela Uninassau. Apaixonada por produção textual, já trabalhou como corretora de redação, professora de língua portuguesa e literatura. Atualmente se dedica ao FDR e a sua segunda graduação.