Nos últimos dias, o Nubank está entre os assuntos mais comentados em decorrência da revelação de seus resultados. Agora foi a vez do Itaú trazer um dado muito importante relacionado ao maior banco digital do país.
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Os analistas se surpreenderam com os resultados obtidos pelo Nubank no primeiro trimestre do ano. Os profissionais destacaram características como receitas sólidas e redução do custo operacional da fintech.
Itaú eleva recomendação para o Nubank
Em grande parte do pregão desta terça, 16, as ações do Nubank negociadas na Bolsa de Nova York tiveram uma forte alta e conseguiram subir mais de 8%. Porém, perdeu embalo e fechou o dia com uma variação positiva de 0,16%, cotado a US$ 6,10.
Depois da divulgacão do balanço da fintech na última segunda, 15, o Itaú BBA elevou a sua recomendação para os papéis do Nubank para “outperform”, o equivalente a compra. No mês de fevereiro, depois do anúncio dos números obtidos no quarto trimestre do ano passado, o Itaú já tinha elevado a avaliação para “market perform”, o equivalente a neutra.
As métricas de crédito da fintech também superaram as expectativas, com um pequeno crescimento na inadimplência, complementaram os analistas.
“O Nubank está provando que tem conexões com clientes e capacidade de ganhos superiores, mesmo em um cenário macroeconômico adverso, com lucros maiores que todos os bancos digitais combinados”, afirmou o Itaú BBA, segundo o Valor Investe.
Resultados do Nubank surpreendem
Por sua vez, o Goldman Sachs também afirmou que a fintech passou por mais um trimestre excelente, obtendo receitas sólidas e boas surpresas em gastos. “O Nubank continua a superar expectativas, com lucro líquido recorde de US$ 142 milhões, mais que o dobro que o estimado pelo Goldman Sachs, de US$ 64 milhões”, disse o banco segundo o Valor Investe.
Estes resultados, segundo o Goldman, devem ser suficientes para mitigar as preocupações com relação a capacidade do Nubank de aumentar sua carteira de crédito de maneira lucrativa, ao passo que mostra a forte alavancagem operacional do negócio. A recomendação é de compra.
Por fim, o BTG Pactual diz que a vantagem competitiva da fintech está na capacidade de manter os custos mais amenos em diversos pontos como custo de aquisição, de servir, de funding e de risco.